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Outro Ataque

Tiroteio perto de escola no norte da Califórnia deixa mortos

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Ao menos três pessoas morreram em um tiroteio próximo à uma escola infantil no norte da Califórnia, nos Estados Unidos, nesta terça-feira (14), informa a mídia local.

Duas crianças teriam ficado feridas na ação e o atirador foi morto por policiais que atenderam a ocorrência.

“Nesse momento, o atirador morreu por tiros das forças de segurança. Eu sei de ao menos três mortes”, informou o xerife-assistente do condado de Tehama, Phill Johnston, à imprensa local.

O tiroteio ocorreu em Rancho Tehama, uma cidade na zona rural do estado e, segundo testemunhas, começou dentro de uma residência.

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Metrópoles
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Comportamento

Italiana que leiloou virgindade na web diz estar arrependida

Jovem de 18 anos disse que estava fazendo só uma "provocação"

“modelo” italiana de 18 anos que havia leiloado a virgindade na internet para supostamente pagar seus estudos em Cambridge se arrependeu e disse que a ideia era apenas uma “provocação”.

“Queria ver se alguém estava realmente disposto a gastar dinheiro com uma coisa assim”, confessou Nicole Severini (nome fictício), em entrevista ao jornal “Corriere della Sera”.

Na semana passada, o tabloide britânico “The Sun” publicou que a italiana pedia 1 milhão de euros para quem quisesse tirar a virgindade dela.

O objetivo da jovem, segundo o jornal, era realizar o “sonho” de estudar na Universidade de Cambridge e ajudar a irmã. “Me ocorreu alguns meses atrás, foi uma ideia idiota. Tinha lido sobre algumas garotas que o tinham feito e queria ver se alguém estaria disposto a pagar também por mim”, disse Severini.

Em seguida, ela procurou diversas agências estrangeiras e autorizou uma delas, a “Elite Models Vip”, a publicar suas fotos. A empresa pediu à italiana para ela ser “crível”, e então nasceu a história de Cambridge e de ajudar uma irmã que sequer existe.

“Foi uma brincadeira que fugiu do controle. A primeira coisa estúpida que fiz foi me dirigir a esses sites. A segunda, propor uma entrevista ao ‘Sun’, quando chegou uma oferta de 1 milhão [de euros]. Naquele ponto, queria sair, mas a notícia já havia chegado à Itália, todos na minha escola sabiam”, acrescentou.

Severini contou ao “Corriere” que seus pais ficaram muito envergonhados, principalmente por causa de sua entrevista ao “Sun”, na qual dizia que pensava em leiloar a virgindade desde os 16 anos.

“Não é verdade, eu juro. Nunca pensei nisso seriamente, achava que podia parar a qualquer momento. Mas agora virou um pesadelo, a agência continua me ligando, pergunta onde eu quero que seja depositado o sinal”, afirmou. Com informações da Ansa.

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Mundo

Exército sírio recupera aeroporto militar em Idlib

O Exército sírio retomou o controle do aeroporto militar de Abu Duhur na província de Idlib, no norte da Síria – anunciaram as Forças Armadas sírias em um comunicado.

“Depois de uma série de operações especiais, unidades das nossas Forças Armadas em coordenação com combatentes aliados conseguiram retomar o controle do aeroporto de Abu Duhur”, relata a nota.

“A zona está sendo varrida de minas, artefatos explosivos e bombas deixadas pelos terroristas”, acrescentou o comunicado.

O Ministério russo da Defesa confirmou a conquista de Abu Duhur por parte das tropas do governo. Durante a ofensiva, os militares recuperaram o domínio de dezenas de localidades.

Este aeroporto militar estava nas mãos da Hayat Tahrir al-Sham, a força rebelde dirigida pelo ex-braço sírio da Al-Qaeda desde 2015.

A província de Idlib, única totalmente fora do controle do governo sírio, ainda está em poder da Hayat Tahrir al-Sham.

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Dinheiro

É só fumaça ou há oportunidades?

A partir dos primeiros minutos do dia 1º de janeiro, os californianos puderam fazer, legalmente, o que vinham fazendo escondido: acender seus cigarros de maconha. No início do ano, a Califórnia tornou-se, ao lado de Alasca, Colorado, Maine, Nevada e Massachusetts, o sexto Estado americano a descriminalizar o uso recreativo da maconha. Pela nova lei, cada californiano pode transportar até 28 gramas, cultivar até seis pés de Cannabis Sativa e fumar seu baseado na rua sem medo. E mais Estados devem fazer isso nos próximos anos.

Enquanto o uso recreativo avança, o uso medicinal, com mais ou menos liberdade, já é permitido em 43 dos 50 Estados. O potencial é gigantesco. O analista americano Anthony Cataldo calcula que existem 259 empresas abertas dedicadas à maconha nos Estados Unidos e no Canadá. Suas ações são negociadas em bolsa, ou em mercados de balcão, que são menos líquidos e menos transparentes. “Em 2017, a maconha medicinal movimentou US$ 6,7 bilhões”, avalia. Já o mercado recreativo legal, hoje estimado em US$ 1 bilhão, pode movimentar US$ 20 bilhões por ano por volta de 2022. Vale a pena investir?

Na prática, quem colocou alguns dólares na maconha não viu seu investimento – com o perdão do trocadilho – virar fumaça. A aprovação do uso recreativo pela Califórnia, o Estado mais populoso, com 39,5 milhões de habitantes, animou o mercado. O índice de ações de empresas de maconha mais que dobrou de valor no último trimestre de 2017, subindo 106% (veja o gráfico ao final da reportagem). As empresas cujas ações compõem esse índice são variadas.

Incluem dispensários que distribuem a erva e seus derivados para uso medicinal, produtores de equipamentos para cultivo das plantas e preparação de cigarros, e empresas farmacêuticas. Dessas, uma das mais conhecidas é a AbbVie. Ela produz o Marinol, cujos comprimidos destinam-se a tratar a perda de apetite dos pacientes submetidos à quimioterapia, ou portadores do vírus HIV. Suas ações, negociadas na Bolsa de Nova York, subiram 60,1% em 2017 e, neste ano, avançaram 8,7% até a quarta-feira 17. “A legalização do uso deverá trazer um mercado subterrâneo para a superfície, e isso reduz preços e cria valor”, avalia Cataldo.

O mercado, porém, ainda deverá ser bastante sujeito a solavancos. As ações desabaram no início do ano. No dia 4 de janeiro, o índice caiu 21,3% com a decisão de Jeff Sessions, procurador-geral americano, de revogar uma diretriz definida por Barack Obama em 2013. Redigida por James Cole, antecessor de Sessions, e conhecida como “Memorando Cole”, a diretriz instruía as autoridades federais a não perseguir empresas ligadas à maconha em Estados que autorizassem seu uso. O fim dessa aliviada oficial criou um vácuo legal. “O ma is provável é que haja uma longa batalha jurídica”, diz o analista americano Roman Chuyan. “Porém, essa decisão estimula uma indústria madura e regulada de maconha.”

Um brasileiro pode, legalmente, investir nisso? Maconha, no Brasil, é algo ilegal. Na Portaria 344, de 1998, o Ministério da Saúde lista como entorpecente o THC, abreviação para tetraidrocanabinol, a molécula psicoativa encontrada na planta. Pela lei, o uso é uma contravenção. A distribuição é crime, em qualquer escala, e mesmo que não traga lucros. No limite, quem dividir um cigarro com um amigo pode ser condenado até a 15 anos de prisão por tráfico.

Isso não afeta o investidor. Segundo Joaquim Rolim Ferraz, sócio do escritório Juveniz Jr. Rolim Ferraz Advogados, o brasileiro que investir em empresas de maconha nos Estados Unidos não comete crime. “Desde que o dinheiro tenha origem lícita e comprovada, tenha sido legalmente enviado ao Exterior e esteja declarado na Receita, não há nenhum problema”, diz ele. A lógica, explica o advogado, é que o investidor estará aplicando seu dinheiro em uma atividade que é legal no local de origem, o que não contraria a lei.

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