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Educação

Gabarito oficial do Enem 2017 é divulgado

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou há pouco o gabarito oficial das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, realizadas nos dias 5 e 12 de novembro.

Com o gabarito, os candidatos podem saber quantas questões acertaram.

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Correção das provas

A correção das provas é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Dessa forma, um item em que grande número dos candidatos acertarem será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.

Por isso, não é possível calcular a nota final apenas contabilizando o número de erros e acertos em cada uma das provas. Dois candidatos que acertarem o mesmo número de questões podem ter pontuações diferentes.  O estudante só tem como saber a nota final no Enem quando o resultado sair.

A correção é feita por meio de um sistema de reconhecimento no qual a Fundação Getulio Vargas e a Cesgranrio extraem os dados com as respostas das questões objetivas de cada participante, durante a etapa de digitalização. Por isso, é imprescindível que o preenchimento do cartão-resposta tenha sido realizado com caneta esferográfica de tinta preta.

O Boletim de Desempenho deverá ser disponibilizado aos participantes em 19 de janeiro de 2018.

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Agência Brasil
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IPI

Coca-Cola ameaça deixar Brasil após mudanças de tributação

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A empresa de Refrigerantes Coca-Cola pode deixar a sua fábrica na Zona Franca de Manaus caso Michel Temer não volte atrás e devolva alguns benefícios dos quais a empresa usufruía antes da paralisação dos caminhoneiros.

Segundo informa a ‘Folha de São Paulo’, a demanda da Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes) foram levadas ao presidente pela primeira vez no fim de junho.

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A Abir é uma gigante que engloba 59 fabricantes de refrigerantes, entre elas a Coca-cola, a Ambev e a Pepsi. Elas ameaçam cortar 15 mil postos de trabalho caso as suas demandas não sejam atendidas, já que preveem uma redução de R$ 6 bilhões nas vendas do seu produto.

Exigências da Abir

A principal mudança após a greve dos caminhoneiros para a Coca-Cola foi a seguinte, em junho, o governo mudou a cobrança do IPI, o que reduziu os créditos tributários recebidos pela companhia. A fabricante passou a pagar uma alíquota de 4% de IPI, contra os 20% que eram cobrados anteriormente.

O que teoricamente parece uma redução de impostos na prática não funciona assim. Segundo a ‘Exame’, a empresa não pagava os 20% de IPI, que na verdade eram revertidos em créditos.

Os 20% de IPI não eram cobrados porque a empresa está na Zona Franca de Manaus, e quando o produto saía para ser engarrafado em outros estados, estes 20% viravam créditos para a empresa. Na nova regra este encargo passou a ser de 4%.

A Coca-Cola juntamente com a Abir, demanda do governo Temer que o IPI seja aumentado novamente para pelo menos 15%. Se não houver avanço nas negociações a empresa ameaça deixar o Brasil.

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QUESTIONÁRIO

Temer se irrita com a PF e nega envolvimento em esquema com Odebrecht

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© Marcos Corrêa/PR

Em investigação de suposta negociação de um repasse no valor de R$ 10 milhões da Odebrecht para o MDB, a Polícia Federal (PF) enviou um questionário com 20 perguntas para o presidente Michel Temer. A instituição solicitou detalhes sobre a negociação entre executivos da empreiteira, Temer e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, no Palácio do Jaburu, em 2014.

A colunista Andréia Sadi, do ‘G1’, publicou o questionário nesta terça-feira (21). Segundo o texto, o documento foi enviado ao presidente no dia 7 de agosto e respondido à PF na última sexta-feira (17).

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As questões do delegado Tiago Delabary, responsável pela investigação, irritaram o presidente, que classificou uma indagação se recebeu qualquer valor em espécie em 2014, contando com a “interposição” de Yunes, de “pergunta ofensiva, não merece resposta”.

Em outra questão, o delegado afirma que executivos da Odebrecht contaram em delação que a empresa repassou R$ 4 milhões a uma campanha do PMDB e pergunta: “Vossa Excelência foi destinatário de alguma fração desses valores?”. Temer respondeu: “Não tenho a menor ciência do aporte desses recursos. Em razão deste fato, descabida a segunda parte da questão.”

A PF também quis saber da relação de Temer com João Batista Lima Filho e José Yunes, amigos e ex-assessores do presidente, que chegaram a ser presos pela Operação Skala, em março.

Sobre Yunes, Temer disse que o conhece desde a faculdade de Direito do Largo São Francisco e que “a confiança é proporcional a esta longa amizade”.

Procurado pelo blog, o advogado do presidente no caso, Brian Alves Prado, confirmou o questionário, mas não quis se pronunciar sobre o seu conteúdo.

Leia a íntegra das perguntas da PF e respostas de Temer:

Questionamentos ao Exmo. Sr. Presidente da República MICHEL TEMER

1. Vossa Excelência tomou conhecimento de alguma reivindicação do grupo ODEBRECHT relacionada ao programa de concessão de aeroportos? Sendo a resposta afirmativa, quais foram essas reivindicações, a quem se dirigiram e qual encaminhamento receberam?

Resposta: Não houve nenhuma reivindicação feita a mim pelo Grupo Odebrecht.

2. Qual a participação de Vossa Excelência na nomeação dos Ministros MOREIRA FRANCO e ELISEU PADILHA para, sucessivamente, exercerem o comando da Secretaria de Aviação Civil?

R: O Ministro Moreira Franco era titular da Secretaria de Assuntos Estratégico. Vagando a Secretaria da Aviação Civil, o PMDB o indicou e a Sra. ex-Presidente o nomeou. Quando este foi desligado da Secretaria, a ex-Presidente nomeou Eliseu Padilha como Ministro.

3. Alguns executivos da ODEBRECHT afirmaram, no âmbito de seus respectivos acordos de colaboração premiada, que, em meio à segunda rodada de concessões de aeroportos, receberam do Ministro MOREIRA FRANCO solicitação de apoio financeiro à campanha do PMDB, o que teria redundado na disponibilização de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) pela construtora, em recursos não contabilizados. Vossa Excelência teve ciência da solicitação e do encaminhamento dos valores? Vossa Excelência foi destinatário de alguma fração desses valores?

R: Não tenho a menor ciência do aporte desses recursos. Em razão deste fato, descabida a segunda parte da questão.

4. Vossa Excelência participou de jantar realizado no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, no qual estiveram presentes MARCELO ODEBRECHT e CLAUDIO MELO FILHO? Em caso de resposta afirmativa, quem mais participou do evento, qual o propósito de sua realização e o que foi efetivamente tratado?

R: Deu-se o jantar. Além dos mencionados na pergunta, o Ministro Eliseu Padilha. Marcelo Odebrecht comunicou que iria colaborar com vários candidatos do PMDB, o que fez oficialmente por meio do partido.

5. Os executivos da ODEBRECHT acima nominados, em declarações prestadas no âmbito do Inquérito 4462, afirmaram que, no mencionado jantar, fora objeto de discussão o encaminhamento de R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) ao PMDB pelo grupo empresarial, dos quais R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) seriam direcionados â campanha de PAULO SKAF ao Governo do Estado de São Paulo, naquelas eleições de 2014. Vossa Excelência participou de tais tratativas? Ainda que não tenha participado, Vossa Excelência soube se o tema foi tratado e o que restou acordado, ao final?

R: Não participei dessas eventuais tratativas. Reitero o que já foi respondido anteriormente, ou seja, Marcelo Odebrecht afirmou que colaboraria com candidaturas e o faria oficialmente por meio do PMDB.

6. Em complementação ao questionamento anterior, Vossa Excelência tomou conhecimento de algum apoio financeiro prestado pela ODEBRECHT campanha de PAULO SKAF?

R: Não tomei conhecimento.

7. Alguns executivos da ODEBRECHT, igualmente em sede de colaboração premiada, afirmaram que, a par da disponibilização de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) à campanha de PAULO SKAF, R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) foram destinados a membros do então PMDB, como o ex-Deputado Federal EDUARDO CUNHA e o Ministro ELISEU PADILHA, seguindo orientações deste. Vossa Excelência tomou conhecimento dessa destinação? Vossa Excelência foi aquinhoado com alguma parcela desses valores?

R: Reporto-me a resposta dada a pergunta de número 3.

8. Qual a relação que Vossa Excelência mantém com JOÃO BAPTISTA LIMA FILHO?

R: Tal como é público e notório João Batista Lima Filho é meu conhecido há muitos anos. Desde quando trabalhou comigo na Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, em 1984.

9. JOÃO BAPTISTA LIMA FILHO já atuou, no interesse de Vossa Excelência, na arrecadação de valores destinados a campanhas eleitorais?

R: Não.

10. JOÃO BAPTISTA LIMA FILHO recebeu algum valor em espécie destinado a Vossa Excelência, no ano de 2014? Em caso de resposta afirmativa, qual o motivo?

R: Apesar de insultuosa a indagação, registro que não haveria nenhum motivo para tal recebimento.

11. Qual a relação mantida entre Vossa Excelência e o advogado JOSÉ YUNES? É possível afirmar que JOSÉ YUNES é pessoa da máxima confiança de Vossa Excelência?

R: Conheço-o desde os tempos da Faculdade de Direito do Largo São Francisco. A confiança é proporcional a esta longa amizade.

12. JOSÉ YUNES afirmou, em declarações prestadas nos autos do Inquérito n° 4462, que, a pedido do Ministro ELISEU PADILHA, recebeu uma pessoa em seu escritório, em São Paulo, no ano de 2014, a quem posteriormente identificou tratar-se de LÚCIO FUNARO. Vossa Excelência tomou conhecimento do episódio, época? 0 que tem a dizer a respeito?

R- Tomei conhecimento posteriormente.

13. São do conhecimento de Vossa Excelência os motivos que determinaram o comparecimento de LÚCIO FUNARO no escritório de JOSÉ YUNES, a pedido do Ministro ELISEU PADILHA?

R: Não tenho conhecimento.

14. Qual a relação mantida entre o Ministro ELISEU PADILHA e LÚCIO FUNARO?

R: Não tenho a menor ideia.

15. JOSÉ YUNES, em suas declarações, afirmou que LÚCIO FUNARO ostenta vasto “curriculo no crime”? Vossa Excelência tinha, à época, conhecimento dessa circunstância?

R: Não.

16. Vossa Excelência dispõe de conhecimento que lhe permita descrever a relação mantida entre o Ministro ELISEU PADILHA e LÚCIO FUNARO?

R: Não.

17. No ano de 2014, Vossa Excelência recebeu algum valor em espécie, para qualquer que seja a destinação, contando com a interposição de JOSE YUNES?

R: Pergunta ofensiva. Não merece resposta.

18. JOSÉ YUNES já exerceu a função de arrecadador de campanha no interesse de Vossa Excelência?

R: Não.

19. Vossa Excelência tomou conhecimento se, no ano de 2014, JOSÉ YUNES recebeu algum valor da ODEBRECHT endereçado ao Ministro ELISEU PADILHA?

R: Não.

20. Vossa Excelência já recebeu valores de empresas do grupo ODEBRECHT? Se sim, em que contexto?

R: Não. O PMDB recebeu contribuições oficiais

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CONFRONTOS

Fotos mostram cenário de guerra durante megaoperação no Rio; veja

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© Fotos: Ricardo Moraes/Reuters

O primeiro dia da megaoperação nos complexos da Maré, Penha e do Alemão, localizados na Zona Norte do Rio, nessa segunda-feira (20), deixou sete pessoas mortas, sendo duas delas militares do Exército.

Nesta terça-feira (21), as Forças de Segurança ocupam mais uma vez as favelas.

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Ainda não há informações sobre o efetivo que atua nesta terça. Ontem, foram 4,2 mil militares, 70 policiais civis, além de aeronaves e carros blindados.

Confira algumas fotos tiradas na operação dessa segunda.

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CRIME

Caçador de SC mata filhote de onça em extinção e exibe cabeça; vídeo

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© Reprodução/YouTube

Está circulando nas redes sociais um vídeo de um caçador de Santa Catarina exibindo a cabeça de uma onça filhote. Ele e outro homem são suspeitos de matarem duas onças de espécie em extinção.

No vídeo, o caçador ironiza: “O rapazinho bobeou comigo e deu assim. Esse é o meu recado para vocês: não bobeia comigo. Eu sou bom, mas não sou manso”, diz aos risos.

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De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), os caçadores teriam alegado que o vídeo é antigo. Cada um deles vai pagar R$ 743 mil de multa pela morte de duas onças, ocorrida em uma área de floresta de Mata Atlântica, no Vale do Itajaí (SC).

Ainda de acordo com o Ibama, os animais são da espécie Puma concolor, conhecida como onça-parda ou leão-baio, que está ameaçada de extinção e tem a caça proibida.

Como apurado pelo ‘G1’, os bichos foram mortos de forma cruel. Eles levaram pauladas e foram atacados por cães de caça. As onças ainda levaram tiros de armas de fogo e uma delas foi decapitada.

Baseado em investigação da Polícia Civil de Trombudo Central, no Vale do Itajái (SC), o Ibama aplicou quatro infrações aos caçadores. As imagens estão sendo periciadas.

O homem que aparece no vídeo trabalha na Secretaria Municipal de Infraestrutura de Agrolândia, que fica na mesma região, e é ex-vereador do município. Questionado pelo site, o secretário de Infraestrutura de Agrolândia, Jonas César Will, informou que, a princípio, o servidor não será afastado. “No momento, não. Até porque o fato foi em um final de semana, fora do horário de trabalho”, justificou.

O caçador tinha licença para a caça de javalis na região e, por isso, tinha acesso a armas e permissão federal para realizar a atividade. Ele teve o documento cancelado e terá a arma recolhida.

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