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TECNOLOGIA

Como impedir que seu roteador seja invadido por hackers

Confira quatro dicas para ajudar na proteção destes dispositivos

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Um tipo comum de ciberataque é a invasão de brechas existentes nos roteadores residenciais, em que rackers podem invadir e controlar dispositivos por meio da rede Wi-Fi. Mas você sabia que certas atitudes aumentam a segurança digital e podem impedir este tipo de invasão?

1. Crie uma senha de acesso ao Wi-Fi. Escolha combinações difíceis – ou seja, evite datas de aniversários ou nomes de parentes.

2. Não divida sua rede Wi-Fi com desconhecidos.

3. Escolha outra senha para administração dos roteadores. Saiba como alterar a combinação seguindo instruções do manual ou do site do fabricante.

4. É importante manter o sistema do roteador constantemente atualizado e o firewall ativado. Lembre-se que certos dispositivos aparelhos fazem essa atualização automaticamente. Se estiver em dúvidas, peça ajuda ao suporte técnico da marca do seu roteador.

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NOTICIAS AO MINUTO
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em alta

Mercado de livros cresce 3% em 2017 e registra primeira alta em quatro anos

Setor vinha de quedas de 7% (em 2015) e 9% (em 2016), aponta balanço anual.

Os três destaques do mercado de livros no Brasil em 2017 (Foto: Divulgação)

Após quatro anos seguidos de queda e “finais infelizes”, o mercado de livros no Brasil registrou resultado positivo em 2017: o faturamento do setor subiu de R$ 1,6 bilhão para R$ 1,7 bilhão – ou 3,2% (considerando a inflação). Em 2015, o recuo havia sido de 7%. Em 2016, de 9,2%. O volume de vendas agora também cresceu, indo de 40,5 milhões para 42,3 milhões de exemplares vendidos, aumento de 4,55%.

Esses números estão na edição mais recente do Painel das Vendas de Livros do Brasil, que saiu nesta sexta-feira (19). Realizado mês a mês e desta vez com o balanço do ano inteiro, o estudo é feito pela Nielsen e divulgado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel). A pesquisa baseia-se no resultado da Nielsen BookScan Brasil, que verifica as vendas em livrarias, supermercados e bancas.

“O mercado do livro tem muito o que comemorar. Desde que iniciamos a série histórica com o Bookscan, em 2013, este é o primeiro ano que vemos resultados financeiros positivos e acima da inflação”, afirma em nota Ismael Borges, que coordena a Nielsen Bookscan Brasil.

Em entrevista, Borges destaca alguns fatores sobre 2017:

  • As lojas fizeram mais ações promocionais, com aumento no desconto médio do preço dos livros. “Foi um ano de grandes campanhas. Eu diria que houve uma ‘guerra de preço’, basicamente aquela briga orgânica do próprio mercado”, avalia o responsável pelo estudo;
  • O livro ficou proporcionalmente mais barato, já que preço médio aumentou 1,53% (abaixo da inflação no período), indo de R$ 39,70 para R$ 40,31 (vale lembrar que no ano passado o preço médio tinha subido 8,69%, bem acima da inflação);
  • A recuperação do setor não dependeu de um fenômeno editoral ou modismo (como aconteceu por exemplo em 2015, com livros de colorir) e foi “orgânica e saudável”, na descrição de Borges;
  • E, diante da crise econômica, as editoras buscaram alternativas viáveis – uma delas foi uma aposta maior em escritores brasileiros. “Em 2017, a literatura brasileira teve um aumento exponencial, importante, e literatura estrangeira uma queda sensível”, afirma o coordenador do estudo.

Veja, abaixo, os três livros mais vendidos no país em 2017:

  1. “Felipe Neto – A trajetória de um dos maiores youtubers do Brasil” (Coquetel)
  2. “O homem mais inteligente da história” (Sextante), de Augusto Cury
  3. “Origem” (Arqueiro), de Dan Brown

Somadas, essas obras representaram 1,1% do volume de vendas, percentual considerado baixo. “Isso serve para a gente refletir que foi um ano em que os destaques não concetraram tantas vendas. Houve uma desconcentração”, avalia Borges.

Os três gêneros literários que mais venderam em 2017 foram:

  • desenvolvimento pessoal;
  • literatura brasileira;
  • religião.

E os três gêneros que mais caíram foram:

  • literatura estrangeira;
  • culinária e gastronomia;
  • concursos públicos.

Borges considera que “o crescimento de 2017 foi sólido também porque foi linear e bem distribuído, não teve nenhum pico no decorrer do ano, nenhum grande acontecimento”.

E o que esperar para 2018? “Agora, é manutenção desse crescimento. Não vai ser muito diferente de 2017. Vai continuar em crescimento, mas não vai ser tão maior”, prevê.

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REALITY SHOW

Participante do BBB18 se diz bruxa e descendente de E.T.s

Muito ligada a espiritualidade e ocultismo, Ana Paula acredita que seu próprio pai é reptiliano

A catarinense Ana Paula, de 23 anos, foi a primeira participante do “BBB18” a ter a identidade revelada pela emissora.

Em entrevista ao vivo no “Vídeo Show”, ela afirmou ser bruxa e astróloga, e ainda disse que não suporta arianos nem aquarianos.

Muito ligada a espiritualidade e ocultismo, a jovem acredita que seu próprio pai é um reptiliano, uma espécie de extraterrestre que teria vários habitantes disfarçados vivendo na Terra.

Apesar da personalidade séria, a jovem afirma ter também um lado brincalhão.

“Tenho os dois lados: o sério e o brincalhão. Comigo não tem meio termo. Não sei o que existe entre o 8 e o 80”, disse a participante. “Sou brincalhona, piadista, acho que isso pode me ajudar no jogo”. Com informações da Folhapress.

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Gratuito

WhatsApp lança aplicativo específico para negócios

App permite destacar a conta como um 'perfil empresarial' e colher estatísticas para entender se as estratégias de comunicação das empresas estão funcionando

O WhatsApp anunciou, nesta quinta-feira (18), que terá uma versão para negócios, o WhatsApp Business.

O aplicativo, gratuito, permite destacar a conta como um “perfil empresarial” e colher estatísticas para entender se as estratégias de comunicação das empresas estão funcionando.

“Mais de 80% dos pequenos negócios na Índia e no Brasil dizem que o WhatsApp os ajuda a se comunicar com clientes”, diz um comunicado do WhatsApp.

A versão do app está disponível para celulares Android na Indonésia, Itália, México, Reino Unido e Estados Unidos, e chega ao Brasil e outros países nas próximas semanas.

É a primeira grande mudança no uso do app desde que a empresa foi comprada pelo Facebook, em 2014. Na época, não estava claro como a companhia de Zuckerberg iria lucrar com o aplicativo de mensagens. Com informações da Folhapress.

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