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eliminatórias

Sob pressão, Itália precisa vencer a Suécia hoje para ir à Copa

Suecos venceram a ida por 1 a 0 e jogarão pelo empate nesta segunda em Milão
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A Suécia está com a faca e o queijo na mão para conseguir a classificação à Copa do Mundo de 2018. A seleção escandinava venceu a Itália por 1 a 0 na partida de ida pela repescagem europeia na última sexta-feira, em Estocolmo, e jogará pelo empate nesta segunda-feira em Milão. Apesar de terem vantagem, os suecos fazem questão de botar ainda mais pressão no outro lado, que está sob um clima de muita tensão por conta do risco de não ir ao Mundial.

– A pressão está com eles. A Itália é uma grande nação que quase sempre jogou a Copa do Mundo. Não temos nada a perder e iremos a campo para conseguir um bom desempenho – disse o zagueiro Andreas Granqvist, que atuou no futebol italiano entre 2011 e 2013, no Genoa, e atualmente defende o Krasnodar, da Rússia.

Na partida de ida, a Itália reclamou da arbitragem. O tema voltou à tona na véspera do duelo de volta, e o técnico sueco, Jan Andersson, respondeu com uma mistura de calma e ironia.

– A polêmica italiana? Pergunta interessante, embora a Suécia não tenha sido absolutamente favorecida pelo árbitro. Vamos ver o que vai acontecer. Certamente haverá uma arbitragem limpa.

Itália e Suécia se enfrentam às 17h45 (horário de Brasília) desta segunda-feira. A Azzurra precisa vencer por dois gols de diferença – vale a regra dos gols fora de casa como critério de desempate. Se vencer por 1 a 0, a disputa vai para a prorrogação.

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Esporte

Líder, Napoli bate Atalanta com quebra de jejum de Mertens

Vitória gigante! Equipe napolitana superou o time de Bérgamo, fora de casa, por 1 a 0

Embalado, o líder Napoli desembarcou em Bérgamo ciente do imenso desafio de superar a Atalanta, que também briga pelas primeiras posições e vem encantando o país. Melhor para os visitantes. Neste domingo, o time napolitano venceu por 1 a 0, com direito a quebra de jejum de Mertens, na abertura da 21ª rodada do Campeonato Italiano. E mais: foi a quinta vitória seguida de Maurizio Sarri e companhia no nacional.

Agora, o Napoli está na liderança com quatro pontos de vantagem (54 pontos) sobre a Juventus, que ainda joga na rodada (contra o Genoa, nesta segunda). O Atalanta, por sua vez, estaciona nos 30 pontos e na sétima colocação.

O JOGO 

O confronto entre duas equipes que jogam um futebol vistoso não refletiu em triangulações envolventes e chances criadas. Ao menos no primeiro tempo. Com Hamsik no banco na etapa inicial, os napolitanos não estiveram inspirados como outrora na armação. Allan e Jorginho não se encontraram.

Em relação à posse de bola, o Napoli teve uma leve vantagem no quesito. E foi na base da paciência no terreno que a rede dos rivais foi estufada. Por dentro, Callejón enfiou uma linda bola para Mertens, que fez algo que não ocorria desde o fim de outubro: marcar pelo Italiano. O belga quebrou um longo jejum de 83 dias ao finalizar com precisão, aos 20 minutos da etapa final.

O Atalanta buscou reagir, tentou reverter a desvantagem de volume, mas não teve eficiência para assegurar, ao menos, um ponto. Quando chegou, parou em Reina, em tarde inspirada. Vitória justa da equipe de Maurizio Sarri, que buscou o resultado positivo na segunda etapa e foi coroada com três pontos.

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campeonato paulista

Torcedores vaiam São Paulo em empate com Novorizontino

Tricolor tem má atuação, fica no 0 a 0 no Morumbi e recebe vaias da torcida

Diego Souza não estreou como gostaria pelo São Paulo. Em uma fraca atuação da equipe considerada titular, o meia-atacante atuou por 37 minutos no segundo tempo, mas não conseguiu evitar o empate por 0 a 0 com o Novorizontino, neste sábado, no Morumbi, pela segunda rodada do Campeonato Paulista. O time deixou o campo vaiado pelos pouco mais de 17 mil torcedores presentes.

A partida marcou também o retorno aos jogos de Cueva. O jogador entrou aos 21 minutos da etapa final e não conseguiu melhorar o desempenho da equipe. O peruano perdeu seis dias de pré-temporada por conta de compromissos comerciais em seu país de origem e foi multado pela diretoria.

Com Diego Souza e Cueva no banco de reservas, o São Paulo teve muita dificuldade para criar no ataque. Os garotos Shaylon e Lucas Fernandes foram pouco produtivos. Coube, então, aos volantes a missão. Petros, aos 15 minutos, acertou a trave em chute de fora da área. Bastante acionado, Marcos Guilherme quase marcou aos 22, mas a defesa do Novorizontino tirou a bola praticamente em cima da linha de gol.

A equipe do interior, aliás, passou boa parte do tempo estacionada em seu campo de defesa à espera dos contra-ataques. Quando o espaço apareceu, o time não aproveitou, principalmente por conta dos erros do atacante Rafael Ratão, opção de velocidade pelos lados do campo. Aos 45, o Novorizontino assustou em cobrança de falta de Jean Carlos. Sidão salvou.

Sem mudanças para o segundo tempo, o São Paulo quase marcou logo aos três minutos. Oliveira fez grande defesa em desvio de cabeça de Militão. Como o time não melhorou, a torcida passou a gritar o nome de Diego Souza a partir dos 11 e foi atendida por Dorival imediatamente (ele entrou aos 13 no lugar de Lucas Fernandes).

A presença de um atacante mais fixo na área em nada melhorou a atuação. Tanto que, aos 21, Dorival colocou Cueva na vaga de Brenner para tentar melhorar a produção ofensiva. E também não adiantou. Juninho, aos 32, disparou sozinho, driblou Sidão, mas Rodrigo Caio de carrinho evitou o gol.

Shaylon, a cinco minutos do fim, perdeu a melhor chance ao furar quase na pequena área. Na sequência, Caique foi derrubado por Cléo Silva, mas o árbitro Luiz Flávio de Oliveira não marcou o pênalti. Aos 43, o juiz acertou ao marcar impedimento em gol de cabeça de Rodrigo Caio. O empate estava decretado.

O São Paulo soma seu primeiro ponto no Grupo B e enfrenta o Mirassol, quarta-feira às 21h45, na casa do adversário. O Novorizontino sobe para quatro no Grupo C e joga como visitante novamente na próxima rodada, contra o Botafogo, quarta, às 19h30, em Ribeirão Preto.

Torcedores do São Paulo protestaram em frente ao portal principal do Morumbi antes da partida contra o Novorizontino. Eles cobravam títulos e a contratação de mais jogadores. Não foram registrados tumultos, nem mesmo quando o ônibus com a delegação passou pelo local para entrar no estádio.

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vôlei

Sheilla gera mal-estar após comentário sobre transexual

"Imagina se todos os gays decidem jogar entre as mulheres?"

Sheilla ficou no centro de uma polêmica (Foto: Marcelo del Pozo/Reuters)

A bicampeã olímpica Sheilla ficou no centro de uma polêmica nas últimas horas. Em entrevista ao programa web Dibradoras, dirigido e produzido apenas por mulheres, a jogadora criticou a presença da transexual Tiffany, do Bauru, na Superliga Feminina. Ao justificar a sua opinião, a oposta causou mal-estar ao lembrar de uma conversa com a central Fabiana, do Praia Clube, quando as duas relataram temer que o vôlei feminino seja dominado, no futuro, por atletas trans. Após o episódio, Sheilla tentou explicar a situação nas redes sociais.

– É realmente muito polêmico esse assunto. Antes do Natal, eu dei uma entrevista sobre isso e, na época, eu estava meio por fora. Conversei com a Fabiana sobre isso, e ela disse: “Espera para ver ela jogar”. Depois que vi uma entrevista do médico Paulo Zogaib, mudei de opinião. Hoje sou contra. Ela tem a força de um homem. Eu a Fabiana estávamos falando sobre isso outro dia. Imagina se isso vira uma onda, por que não precisa mais de cirurgia. Imagina se todos os gays e v(…) decidem jogar a Superliga? Vai ficar complicado, porque não temos como competir com eles – disse Sheilla no programa.

Após a divulgação da entrevista, a oposta recebeu diversas críticas nas redes sociais. Horas depois, Sheilla usou os seus perfis para tentar apaziguar os ânimos – Fabiana também fez um post de apoio à amiga no fim da noite deste sábado. A oposta lembrou que, na mesma entrevista, ela elogiou Tiffany pelo pioneirismo, ressaltando que as entidades que gerem o vôlei precisam achar uma solução para a questão o quanto antes.

Gente, estou vendo como suscitei um ódio incrível sobre o caso da Tiffany. Eu dei uma entrevista logo depois do Natal dizendo que eu era a favor da participação dela na Superliga feminina, mas que não podia opinar com profundidade porque não entendia do assunto, sobretudo a respeito de hormônios e da formação corporal. Depois, após ler a opinião de médicos, vi outro lado da história, que está na vantagem física que a Tiffany leva sobre as demais jogadoras, mesmo hoje controlando os hormônios. Então, me reposicionei. Disse que sou contra. Claro que precisamos buscar uma solução pra situação. Na entrevista, a Renata e a Roberta falaram em cotas, eu concordei que talvez seja a solução para não excluir ninguém. O esporte é sim um ambiente de inclusão social e vai continuar sendo. A Tiffany é pioneira nisso e ainda terão muitas discussões sobre o assunto. E este é meu posicionamento. Respeito opiniões contrárias e espero respeito tb.

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– Gente, estou vendo como suscitei um ódio incrível sobre o caso da Tiffany. (…) Claro que precisamos buscar uma solução pra situação. Na entrevista, a Renata e a Roberta falaram em cotas, eu concordei que talvez seja a solução para não excluir ninguém. O esporte é sim um ambiente de inclusão social e vai continuar sendo. A Tiffany é pioneira nisso e ainda terão muitas discussões sobre o assunto. E este é meu posicionamento. Respeito opiniões contrárias e espero respeito também – disse Sheilla.

Desde a estreia de Tiffany na Superliga, Sheilla foi uma das poucas estrelas do vôlei a comentarem sobre o assunto. A primeira a posicionar-se contra a presença da transexual foi a ex-jogadora Ana Paula, que usou as redes sociais para criticar a liberação de Tiffany, que levaria vantagem sobre as demais jogadoras por ter tido corpo masculino durante boa parte da carreira.

Presença de Tiffany na Superliga tem gerado vários debates (Foto: Neide Carlos/ Vôlei Bauru)

Chamada antes de Rodrigo, Tiffany tem 33 anos e já disputou a Superliga Masculina no Brasil por Juiz de Fora e Foz do Iguaçu, além de outros campeonatos entre os homens antes de fazer a transição de gênero. No início de 2017, a ponteira recebeu a permissão da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) para competir profissionalmente entre as mulheres.

Desde 2016, o COI (Comitê Olímpico Internacional) permite a participação de mulheres trans em competições femininas, mas com a testosterona controlada, sem necessidade de cirurgia de mudança do sexo masculino para o feminino. Tiffany tem passado por rigoroso controle hormonal então para manter a permissão para atuar entre as mulheres.

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