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Política

Ministro Bruno Araújo entrega carta de demissão a Temer

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Bruno Araújo (PSDB-PE) (José Cruz/Agência Brasil)
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Em meio ao agravamento do racha no PSDB sobre a permanência ou não no governo do presidente Michel Temer (PMDB), o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), entregou nesta segunda-feira (13) sua carta de demissão do cargo. No texto enviado a Temer, Araújo afirma que já não há no partido “apoio no tamanho que permita seguir nessa tarefa”.

Ele é um dos quatro ministros do PSDB no governo Michel Temer e ocupa a pasta desde que o peemedebista assumiu a presidência interinamente, em maio de 2016.

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Além dele, os outros ministros tucanos são Aloysio Nunes Ferreira(Relações Exteriores), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Luislinda Valois (Direitos Humanos).

A saída de Bruno Araújo do cargo se dá dois dias depois da declaração do senador Aécio Neves (MG), presidente afastado do PSDB e principal fiador da permanência do partido na Esplanada dos Ministérios, de que a legenda sairia do governo “pela porta da frente”.

Líderes do chamado “Centrão” da Câmara cobram de Temer a saída dos tucanos dos ministérios e condicionam à reforma ministerial a aprovação da pauta econômica do Planalto, sobretudo a reforma da Previdência, em tramitação na Câmara.

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Veja.com
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eleições 2018

Ibope: Sem Lula, Bolsonaro lidera corrida presidencial

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No cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Operação Lava Jato -, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida presidencial das eleições 2018, com 20%, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada nesta segunda-feira, 20. Ele é seguido por Marina Silva (Rede), com 12%, e Ciro Gomes (PDT), com 9%.

Já no cenário em que Lula é incluído, o ex-presidente aparece em primeiro lugar, com 37%, e Bolsonaro cai para a segunda colocação, com 18%.

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Como Lula foi condenado em segunda instância e está preso por corrupção e lavagem de dinheiro, é candidato apenas do ponto de vista formal. Essa situação pode ser alterada a qualquer momento pela Justiça Eleitoral. Ou seja, o cenário mais provável da corrida eleitoral é aquele em que ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad figura como candidato do PT.

Nesse caso, Haddad tem 4% e aparece numericamente atrás do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, candidato pelo PSDB, que tem 7% das intenções de voto.

Esta é a primeira pesquisa Ibope desde o início oficial da campanha, e também desde a definição de que haverá 13 candidatos a presidente. Como os levantamentos anteriores incluíam mais candidatos, entre eles Manuela D’Ávila (PCdoB) e Flávio Rocha (PRB), não é correto comparar os resultados atuais com aqueles.

Apenas para referência, a pesquisa CNI/Ibope feita no final de junho mostrava Lula à frente, com 33%, seguido de Bolsonaro (15%), Marina (7%), Ciro (4%) e Alckmin (4%). No cenário sem Lula, Bolsonaro aparecia com 17%, Marina com 13%, Ciro com 8%, e Alckmin com 6%. Haddad tinha apenas 2%.

O Ibope ouviu 2.002 eleitores, em 142 municípios, entre os dias 17 e 19 de agosto. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo BR-01665/2018. Os contratantes foram o Estado e a TV Globo.

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STF

Moraes diz que multas a caminhoneiros não podem ser perdoadas

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes disse hoje (20) que não podem ser perdoadas as multas aplicadas às transportadoras que não cumpriram a ordem de desbloqueio imediato das rodovias durante a paralisação dos caminhoneiros, em maio.

O ministro, que é o relator das ações que tratam do assunto, participou de uma audiência pública convocada por ele para embasar sua decisão de mérito das ações nas quais a Advocacia-Geral da União (AGU) obteve liminar para multar as empresas de comércio e de transporte que não liberaram o trânsito nas rodovias do país durante a greve. Em maio, ao atender a AGU, Moraes determinou o pagamento de R$ 715 milhões em multas.

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Em entrevista à imprensa após a reunião, Moraes disse que as multas não podem ser perdoadas. “De forma alguma. Quem obstruiu e foi multado tem sua responsabilidade. Eu salientei desde o início da reunião. Isso será analisado em cada impugnação.

Há empresas que fizeram impugnações dizendo, por exemplo, que aquele caminhão é alugado a terceiros. Isso vai ser analisado. O importante é conscientizar todo o setor de transporte de carga, todo o setor de transporte rodoviário, que é direito deles a greve, a liberdade de reunião, a liberdade de expressão, de manifestação, mas sempre respeitando o direito de toda a sociedade”, afirmou.

Além de recorrer ao STF para tentar evitar o pagamento das multas, as empresas aguardam uma reunião com a AGU, que deve ocorrer na semana que vem, para abrir algum tipo de negociação para o pagamento.

Durante a audiência pública, uma das entidades que se manifestou a favor do setor foi a Confederação Nacional do Transporte (CNT). Segundo Sérgio Antônio Ferreira Victor, representante da confederação, a maioria das empresas não tinha interesse na greve e foi surpreendida pela paralisação.

“Não excluo a possibilidade de algumas empresas terem se envolvido na paralisação, mas, certamente, a maior parte das empresas não estava ali envolvidas propositalmente, mas se surpreenderam e se viram envolvidas nessa situação bastante complicada. Os caminhões ficaram travados no acostamento das rodovias, não tinham como sair, muitos sofrendo ameaças de apedrejamento e corte de mangueiras de ar”, argumentou.

Após a aplicação das multas, as empresas recorreram ao STF e as petições de cada caso serão analisadas pelo ministro. A data de julgamento ainda não foi definida.

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fronteira

Agentes da Força Nacional chegam para reforçar segurança em RR

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Após o episódio, moradores se revoltaram e atacaram os venezuelanos que estavam na cidade há 215 KM da capital Boa Vista. Pelo menos 1 mil moradores participaram do ato e 1,2 mil imigrantes voltaram para a Venezuela após o conflito. Eles foram a acampamentos, destruíram barracos e queimaram diversos bens. Hove correria e os venezuelanos foram expulsos da cidade. Um vídeo mostra o momento em que centenas de imigrantes voltaram para a Venezuela sob protesto de brasileiros. O comerciante agredido recebeu alta nesse domingo. Moradores disseram que os imigrantes revidaram à expulsão atacando carros com placas brasileiras do lado venezuelano da fronteira. Um grupo de 30 brasileiros também teria sido hostilizado enquanto fazia compras em Santa Elena, cidade de fronteira.

Sessenta agentes da Força Nacional chegaram a Boa Vista no início da tarde desta segunda-feira (20) para reforçar a segurança em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela.

De acordo com o Ministério da Segurança Pública, o reforço fará ações preventivas e repressivas para combater o tráfico internacional de armas e drogas e a entrada de imigrantes ilegais pela fronteira com a Venezuela.

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O grupo pousou na Base Aérea de Boa Vista às 13h17h (horário local) em um avião C-130 Hércules da Força Áerea Brasileira (FAB). O efetivo saiu de Brasília às 8h30 e segue para Pacaraima, a 215 KM de Boa Vista ainda nesta tarde.

Conforme o Ministério, o trajeto até Pacaraima será feito em comboio por via terrestre. Os 60 militares saíram da base aérea de Boa Vista por volta das 14h40 (horário local) em dois ônibus. O tempo de viagem é de cerca de 2h30.

Homens da Força Nacional desembarcam em Boa Vista (RR) (Foto: Divulgação/Ministério da Segurança Pública)

O envio da tropa é feito dois dias após a cidade que faz fronteira com o país vizinho registrar um tumulto com atos de violência e destruição de acampamentos de imigrantes venezuelanos.

Diante do episódio, o governo federal decidiu reforçar a presença Força Nacional no estado com mais 120 homens – 31 integrantes da FN já estavam em Roraima desde fevereiro.

Por isso, além dos 60 agentes que chegaram nesta segunda, outros 60 devem viajar para Roraima nos próximos dias, segundo o Ministério. Porém ainda não há data prevista.

Os ataques de sábado aconteceram após um comerciante brasileiro ser assaltado e agredido por dois venezuelanos quando chegava a sua casa. Ele reagiu e levou uma paulada na cabeça, segundo a Polícia Militar. O assalto com agressão e a falta de ambulância para socorrê-lo foram o estopim para que os moradores se revoltassem.

Após o episódio, moradores se revoltaram e atacaram os venezuelanos que estavam na cidade há 215 KM da capital Boa Vista. Pelo menos 1 mil moradores participaram do ato e 1,2 mil imigrantes voltaram para a Venezuela após o conflito.

Eles foram a acampamentos, destruíram barracos e queimaram diversos bens. Houve correria e os venezuelanos foram expulsos da cidade. Um vídeo mostra o momento em que centenas de imigrantes voltaram para a Venezuela sob protesto de brasileiros. O comerciante agredido recebeu alta nesse domingo.

Moradores disseram que os imigrantes revidaram à expulsão atacando carros com placas brasileiras do lado venezuelano da fronteira. Um grupo de 30 brasileiros também teria sido hostilizado enquanto fazia compras em Santa Elena, cidade de fronteira.

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eleições 2018

Ministério Público Eleitoral pede que TSE negue registro da candidatura de Lula

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O vice-procurador geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, apresentou parecer nesta segunda-feira (20) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo que o registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República seja negado.

A manifestação foi apresentada em quatro ações de inelegibilidade apresentadas por cidadãos que questionam o pedido de registro de Lula no TSE.

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Os pedidos afirmam que Lula é inelegível porque foi condenado em segunda instância pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e, por isso, foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

“Com efeito, candidato está inelegível, e o mesmo fato fundamenta a impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral”, diz Medeiros.

No parecer, o vice-procurador pede o “reconhecimento da causa de inelegibilidade” e reitera os argumentos já apresentados pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que impugnou (apresentou questionamento) a candidatura na semana passada.

O relator de todas as impugnações é o ministro Luís Roberto Barroso, que ainda não se manifestou sobre o registro de Lula.

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