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EDUCAÇÃO

Locais de prova do Enade já estão disponíveis para consulta

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Os estudantes inscritos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) já podem acessar o cartão de confirmação da inscrição, que informa os locais de prova. O documento foi disponibilizado hoje (13), pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no endereço enade.inep.gov.br .

As provas do Enade serão aplicadas no dia 26 de novembro, em todo o país. Os portões serão abertos às 12h (horário de Brasília) e fechados às 13h. A aplicação da prova terá início às 13h30.

O Enade é componente curricular obrigatório dos cursos de graduação e avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos, habilidades e competências adquiridas.

Neste ano, o exame será aplicado apenas para alunos concluintes, ou seja, aqueles que tenham expectativa de conclusão do curso até julho de 2018 ou que tenham cumprido 80% ou mais da carga horária mínima do currículo do curso até o final das inscrições do Enade 2017.

A cada ano, o exame avalia um grupo diferente de cursos superiores, ciclo que se repete a cada três anos. Nesta edição, o Enade vai avaliar os estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Florestal, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia e Sistemas de Informação; dos cursos que conferem diploma de bacharel e licenciatura nas áreas de Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Filosofia, Física, Geografia, História, Letras-Português, Matemática e Química; dos cursos que conferem diploma de licenciatura nas áreas de Artes.

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Recorde

Gasolina sobe 19,5% em seis meses e já beira os R$ 5

Preço médio é o maior já registrado na série histórica da Agência Nacional do Petróleo

Nos últimos seis meses, o preço médio da gasolina subiu 19,5% nos postos de combustível e já se aproxima dos R$ 4,20. Em algumas cidades, está perto de romper a barreira dos R$ 5. O preço médio, sem descontar a inflação, é o maior já registrado na série histórica da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que começou em 2001.

A gasolina mais cara do Brasil está na região Norte. Em Tefé, no Amazonas, o preço médio é de R$ 4,941 por litro. Em Alenquer, no Pará, chega a R$ 4,838. Para os paulistas, a gasolina mais cara é de Dracena (R$ 4,196) e a mais barata fica em São José dos Campos (R$ 3,863).

A escalada do preço está relacionada à nova política de ajustes da Petrobrás, em vigor desde julho de 2017, quando a estatal anunciou que as variações ocorreriam com mais frequência. Nesse período, os preços foram reajustados 133 vezes. A mudança foi feita para dar agilidade aos reajustes e acompanhar a volatilidade da taxa de câmbio e da cotação de petróleo. O barril ficou 28% mais caro nesse período.

Quando se compara o preço da gasolina no País com o do mercado norte-americano – de livre concorrência e sem nenhum tipo de política de preços – percebe-se um ritmo diferente. Nos EUA, o combustível ficou cerca de 7,6% mais caro quando o preço é convertido a reais.

Uma das explicações pode estar na sazonalidade. O período comparado começa no verão – quando os combustíveis ficam mais caros nos EUA – e termina em pleno inverno – quando os preços historicamente são mais baixos. Lá, a gasolina custa, em média, US$ 2,639 o galão ou R$ 2,2576 por litro.

Para não colocar em cima do consumidor todo o peso da volatilidade internacional do petróleo, especialistas sugerem um “amortecedor de preços”. Um dos mecanismos mais citados seria usar a atual Cide (o tributo federal que incide sobre os combustíveis) como um “colchão” para suportar a variação internacional, sem causar instabilidade no preço praticado no Brasil. O tributo seria variável: quanto maior o valor do litro, menor o porcentual da alíquota. E vice-versa.

“No Reino Unido, por exemplo, há certa estabilidade no valor cobrado, pois a volatilidade é amortecida pelo tributo variável. Isso dá mais estabilidade para o consumidor. A maior parte da Europa faz isso, e o Japão também”, defende o presidente da consultoria agrícola Datagro, Plínio Nastari.

O diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), Adriano Pires, elogia a atual política de preços da Petrobrás por acabar com a “ficção econômica” praticada nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff – que represaram os preços para conter a inflação.

Pires defende, no entanto, o aprimoramento do sistema com a adoção da Cide como imposto ambiental – que oneraria a gasolina em favor de combustíveis mais limpos, como etanol – e também para corrigir externalidades – como a variação do preço internacional dos combustíveis. “A próxima etapa é rever a questão tributária. É preciso avançar na questão ambiental e na volatilidade de preços.”

A disparada da cotação do petróleo é resultado da maior demanda e consequente diminuição dos estoques, já que a produção não cresceu no mesmo ritmo, segundo o relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Mas nem todo esse aumento chegou às bombas. “De maneira geral, o petróleo não é um bem consumido diretamente, mas utilizado para produção de derivados. As negociações são realizadas com base nas cotações dos próprios derivados e não na do petróleo”, explica a Petrobrás em nota ao Estadão/Broadcast.

A estatal reconhece que, no longo prazo, petróleo e derivados têm comportamento semelhante, mas “no curto prazo podem ocorrer, e de fato ocorrem, oscilações de diferentes magnitudes”. Com informações Estadão.

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educação

OAB aplica hoje última fase do Exame de Ordem

Candidatos precisam redigir uma peça profissional e responder questões dissertativas.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aplica neste domingo (21) a segunda fase do XXIV Exame de Ordem. A consulta aos locais de prova deve ser feita no site da FGV Projetos (http://oab.fgv.br) com o número do CPF.

A prova prático-profissional terá a duração de cinco horas e será aplicada às 13h (horário de Brasília). Nesta etapa, os candidatos precisam redigir um peça profissional da área escolhida no ato da inscrição e responder quatro questões dissertativas.

Ser aprovado no Exame de Ordem é obrigatório para que os bacharéis se inscrevam na OAB e possam atuar como advogados. Todos os estudantes de direito que estejam cursando o último ano de graduação, ou os dois últimos semestres, de instituições credenciadas podem realizar o exame, que consiste em uma primeira fase com questões de múltipla escolha e uma segunda fase com uma prova prático-profissional.

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política

Temer reage contra quem o considera corrupto: ‘meus detratores estão na cadeia’

O presidente Michel Temer (MDB) reagiu às polêmicas em torno do seu governo e garantiu que está em um processo de “recuperação moral” do seu governo, afirmando que quem o acusou de corrupção está hoje atrás das grades.

“Sou mal entendido. Há uma tentativa brutal de tentar desmoralizar o presidente. Neste ano, vou me dedicar, entre outras reformas, à minha recuperação moral. O que fizeram comigo foi uma coisa desastrosa”, afirmou Temer, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Focado em conseguir construir uma base de 308 votos para aprovar a Reforma da Previdência em fevereiro, Temer procurou demonstrar otimismo com o seu governo e destacou que não se deixará abater por aqueles que denunciam ilicitudes inexistentes na sua gestão.

“Não vou sair da Presidência com essa pecha de um sujeito que incorreu em falcatruas. Não vou deixar isso”, pontuou.

Sem citar nomes como o do empresário Joesley Batista, dono da JBS, o emedebista ressaltou o que seriam vitórias do seu governo, que conseguiu barrar duas denúncias feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no ano passado.

“Aliás, podem registrar que os meus detratores estão na cadeia. Quem não está na cadeia está desmoralizado. Mas a todo momento qualquer coisa é o presidente da República. Você percebe? […] Quem cometeu ilícitos está preso, simplesmente isso”, continuou.

Quanto à mais recente investigação que tem contra si, envolvendo um suposto favorecimento de uma empresa no Porto de Santos, Temer explicou que não tratou do tema ou das 50 perguntas enviadas a ele pela corporação com o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segóvia, nesta semana.

“Eu discuti sobre segurança pública. O que me surpreende é que o presidente não pode falar com o diretor-geral da Polícia Federal. Como se fosse criminoso. Eu já estava com as perguntas respondidas. São tão desarrazoadas, singelas, simplórias que não tinha nenhuma preocupação”, disse, sem explicar porém o motivo do encontro não constar na sua agenda oficial.

Temer ainda falou na mesma entrevista sobre os afastamentos de vice-presidentes da Caixa Econômica Federal para que “possam se defender”, não descartou que eles retornem ao cargo e descartou que possa vir a barrar indicações políticas para cargos do gênero.

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