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SAÚDE

Imunidade adquirida pelo vírus da dengue pode proteger contra o da zika

Segundo o artigo, a pesquisa tem um valor importante na busca por vacinas contra os vírus dengue e zika

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A imunidade adquirida por uma infecção pelo vírus da dengue pode proteger contra o vírus da Zika. Em síntese esta foi a conclusão de um estudo realizado pelo Instituto de Arboviroses da Universidade de Wenzhow na China, em parceria com outras instituições. Além disso, a pesquisa não encontrou evidências de interações entre as duas doenças. As conclusões do estudo foram publicadas hoje (13) pela revista Nature Communications.

A revista é parte da Nature Research – um banco de dados internacional que reúne autores e trabalhos científicos de todo o mundo. Segundo o artigo, a pesquisa tem um valor importante na busca por vacinas contra os vírus dengue e zika.

O estudo utilizou camundongos como cobaias e observou que os animais que tiveram dengue desenvolveram a chamada proteção cruzada – termo utilizado para referir-se à transferência de microrganismos. Além disso foram observadas a presença de linfócitos – T CD8 – células de defesa que se formaram após a combinação dos vírus da dengue e da zika.

Os animais foram divididos em dois grupos: um que havia sido infectado inicialmente com o vírus da dengue, após recuperados foram infectados com o vírus da Zika; e um segundo grupo foi infectado pelo Zika sem ter tido uma infecção prévia de dengue.

Nos resultados, o grupo com infecção anterior de dengue apresentou uma carga reduzida de Zika no organismo: sangue nos tecidos e no cérebro.

A imunidade adquirida em cobaias que tiveram o vírus da Dengue, e depois foram expostos ao vírus da Zika, também mostrou que a Dengue não seria potencializadora de infecções mais graves de Zika. A tese de que a interação entre as duas doenças provocaria casos graves de Zika foi levantada no início da epidemia de Zika no Brasil, em 2015.

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EBC
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ECONOMIA DESVALORIZAÇÃO

Real é a 3ª moeda que mais perdeu valor em relação ao dólar

No Brasil, aperto é acentuado diante das incertezas eleitorais

PIXBAY

O real é a terceira moeda que mais se desvalorizou em relação ao dólar em abril, em uma lista de 47 moedas com cotações à vista ranqueadas pelo “Estadão/Broadcast”. A expectativa de um novo aperto nos juros nos EUA também tem pressionado outras moedas, mas no Brasil, esse movimento é acentuado diante das incertezas eleitorais. A moeda americana fechou nessa terça-feira, 24 em alta de 0,61%, a R$ 3,4706.

Grandes bancos, como BofA Merrill Lynch e o Itaú Unibanco, reconhecem que há aumento das incertezas eleitorais. O desempenho do real só não foi pior que o bolívar venezuelano, que derrete com a crise humanitária, e o rublo russo, que sofre com a incerteza geopolítica.

Abril tem sido ruim para a maior parte das moedas do mundo. A expectativa de que os juros americanos subam mais rapidamente que o esperado é o motor comum para a desvalorização de 33 moedas em todo o mundo neste mês.

Isso reforça a perspectiva de migração de dinheiro de todo o planeta rumo aos EUA para se aproveitar dos juros, o que enfraquece as demais moedas.

“Ao longo do ano passado, também foi caindo a diferença entre os juros americanos e a Selic, a taxa básica de juros do Brasil”, diz Julia Gottlieb, do Itaú Unibanco. “Essa diferencia está na mínima histórica, o que pode impactar no real.”

O cenário externo, porém, é apenas uma parte da explicação. Problemas domésticos castigam algumas divisas mais fortemente e o Brasil está nessa onda. Em abril, o dólar ficou 5,2% mais caro na comparação com o real brasileiro. Essa perda de valor levou a moeda norte-americana a um patamar não visto desde o fim de 2016.

Outubro incerto

A eleição parece ser o grande risco no curto e médio prazo para o Brasil. Uma pesquisa do BofA Merrill Lynch enviada aos clientes na semana passada mostra que 45% dos entrevistados dizem que as eleições são o maior risco para os mercados da América Latina. Neste ano, as duas maiores economias da região – Brasil e México – irão às urnas.
Sobre a disputa no Brasil, há deterioração das percepções. Em março, a maioria dos entrevistados (56%) apostava que a chance de vitória de um presidente de agenda reformista de centro-direita estava entre 51% e 70%. Em abril, essa avaliação caiu para menos da maioria e 42% deram essa resposta.

Ao mesmo tempo, o porcentual dos que atribuem chance não majoritária, entre 31% e 50%, de vitória de um reformista cresceu de 30% em março para o mesmo patamar de 42%.

Para o BofA Merril Lynch, os investidores ainda parecem “razoavelmente positivos” sobre a vitória de um reformista. “Cerca de metade diz que há mais de 50% de chance de um candidato de centro-direita vencer e porcentual similar diz que a reforma da Previdência será aprovada em 2019”, cita a pesquisa.

A incerteza eleitoral é destacada pelos economistas do Itaú Unibanco. Ao citar a mais recente pesquisa do instituto Datafolha, o maior banco privado brasileiro diz em relatório que “as eleições permanecem sem um claro favorito”. Ao lembrar que indicadores econômicos domésticos têm tropeçado, o banco diz que “as incertezas estão maiores” para o Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão.

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ACUSAÇÃO

STJ acata queixa contra desembargadora que fez post sobre Marielle

Processo refere-se ao 'paredão de fuzilamento' defendido pela magistrada contra Jean Wyllys

© Reprodução / Facebook

A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nancy Andrighi acatou a queixa-crime movida contra a desembargadora Marília Castro Neves por defender um “paredão de fuzilamento” para o deputado Jean Wyllys.

Como apurado pelo Blog do jornalista Ancelmo Gois do O Globo, Neves tem 15 dias para apresentar a sua defesa. O advogado de Wyllys é o também deputado Wadih Damous.

Marília Castro Neves ficou conhecida ao divulgar notícias falsas sobre a vereadora Marielle Franco nas redes sociais. No post, ela disse que a ativista estava “engajada com bandidos”, que “foi eleita pelo Comando Vermelho” e “provou o remédio que receitava”. A declaração foi publicada um dia após o assassinato da vereadora, que aconteceu em 15 de março.

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ELEIÇÕES 2018

Doria e Skaf aparecem empatados na disputa para o governo de SP

Ibope entrevistou 1.008 eleitores, entre os dias 20 e 23 de abril; margem de erro é de três pontos percentuais

© Reuters / Stringer

O ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) e o empresário Paulo Skaf (MDB) estão tecnicamente empatados na disputa pelo governo do estado paulista, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela Bandeirantes.

Doria aparece à frente com 24% das intenções de voto, seguido por Skaf com 19% das menções.

Mais abaixo aparece Luiz Marinho (PT), com 4% das intenções, e Márcio França (PSB), com 3%.

Num cenário com Doria e Skaf no segundo turno, há empate. O tucano e o emedebista têm 32% das intenções de votos.

Em outra projeção, com o candidato do PSDB disputando o segundo turno com França, o tucano tem 39% das intenções de voto, enquanto o atual governador aparece com 20%.

No levantamento sobre a rejeição de voto entre os pré-candidatos a governador do Estado de São Paulo, Doria e Skaf também lideram praticamente empatados, com 33% e 32%, respectivamente.

Em seguida, Alexandre Zeitune (Rede) tem 25% de rejeição e a professora Lisete Arelaro (Psol) tem 23% de rejeição. Marinho e França aparecem depois, com 20% e 17%, respectivamente.

Para ocupar as duas vagas paulistas no Senado, o apresentador José Luiz Datena (DEM) aparece em primeiro lugar, com 33% das intenções de voto. Em seguida, vem o ex-senador Eduardo Suplicy (PT), com 32%.

A hoje senadora Marta Suplicy (MDB) tem 25% das intenções, seguida pelo deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC) com 14%.

O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB), tem 11%, o suplente de senador José Aníbal (PSDB) tem 6% e Jilmar Tatto (PT), 4% das intenções de votos. Brancos e nulos somam 46%.

O Ibope entrevistou 1008 eleitores entre os dias 20 e 23 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais. Com informações da Folhapress.

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