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Saúde

Como identificar os sintomas de diabetes no bebê e fazer monitorização

A prevalência de diabetes tipo 1 em crianças menores de 5 anos ainda cresce; Dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes

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Estudo em Brasília mostra aumento de diabetes tipo 1 (DM1) de 3% em crianças e adolescentes desde 1970. Só na Europa, uma pesquisa indica que o número de crianças diabéticas menores de cinco anos pode dobrar até 2020, em comparação com 2005. Outros dados apontam que 4% de todas as crianças diagnosticadas com DM1 têm menos de dois anos de idade.

Como saber se o bebê apresenta sintomas?

Em lactentes ou crianças que ainda usam fraldas, os sintomas apresentados são: irritabilidade, muito choro e sede excessiva. Bebês que se alimentam exclusivamente do leite materno querem mamar toda hora – assim como os que fazem uso da mamadeira – para matar a sede.

A troca de fraldas fica mais frequente, e surge a dermatite de fralda, ocasionada pela maior incidência de fungos na região genital, causando assaduras que não se resolvem de maneira normal como nas crianças não diabéticas. “A falta de ganho de peso também é um dado importante”, afirma Marcio Krakauer, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP).

E como diagnosticar?

Durante consulta de rotina ou visita a um pronto socorro por causa de um quadro viral, por exemplo, que apresenta vômito e diarreia, basta o médico pedir um exame de glicemia capilar e unir o resultado ao histórico dos sintomas acima descritos para diagnosticar o diabetes.

Como deve ser feita a monitorização em crianças abaixo de 5 anos?

É feita da mesma forma como em crianças maiores, ou seja, com exame da glicemia capilar frequente e hemoglobina glicada a cada 3 meses. Além disso, com exames que avaliam risco de doença da tireoide e doença celíaca.

Um parâmetro importante é a curva de crescimento da criança, que deve estar compatível com a faixa etária. Monitorar a glicemia continuamente com os sensores de glicose intersticial é essencial.

A terapêutica ideal nas crianças com menos de quatro anos é a utilização da bomba de infusão, uma vez que elas precisam de doses muito pequenas de insulina, que as seringas comuns não conseguem prover.

A grande dificuldade é que essas crianças pequenas têm uma sensibilidade muito grande à insulina, ou seja, uma unidade de insulina é capaz de diminuir a glicemia capilar entre 200 a 350mg. Por isso que as quantidades aplicadas, normalmente em valores decimais, geralmente menores que 0,5U, só podem ser obtidas de maneira satisfatória com uso da bomba de infusão.

A bomba com sensor tem vantagem grande por aliar a facilidade de aplicar doses pequenas de insulina com a monitorização contínua da glicemia, o que pode ajudar quanto à grande queixa dos pais, que é sempre a preocupação com o risco de hipoglicemia durante a madrugada.

Muitas crianças utilizam o free style libre sensor de glicose intersticial que não necessita calibração, já liberado para crianças acima de quatro anos. “Nesta faixa etária, não há dúvidas de que bombas de insulina e monitorização contínua sejam o melhor tratamento”, completa Dr. Krakauer, endocrinologista especializado em tecnologias aplicadas ao diabetes.

Para quem não tem condições de fazer uso dessas bombas, as insulinas de eleição são as insulinas análogas basais (Glargina/Lantus, Detemir/Levemir e mais recentemente Degludeca/Tresiba) aplicando as insulinas rápidas (Lispro/Humalog, Aspart/Novorapid, Glulisina/Apidra), disponíveis também em alguns estados brasileiros no serviço público.

Quando isso não é possível, utiliza-se a insulina NPH, (que é uma insulina intermediária cujo controle glicêmico é mais difícil de ser feito), aplicando as insulinas análogas rápidas às refeições.

O ideal é o uso de canetas aplicadoras de 0,5 UI, porém nem todas as marcas estão disponíveis para venda no Brasil.

Endocrinologistas afirmam que a mãe de uma criança diabética tem a vida completamente transformada.

Fica muito difícil trabalhar fora sem montar uma equipe de cuidadores treinados, tanto na escola como em casa, gerando um impacto psicológico muito grande, já que a dedicação é redobrada. “O melhor amigo do diabetes é o conhecimento aliado à informação de qualidade”, finaliza o médico.

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SBEM-SP
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Famosos

Cleo Pires publica foto nua e deixa emoji de coração no bumbum

Em apenas uma hora, imagem já havia sido curtida por mais de 263 mil pessoas

A atriz Cleo Pires, 35, publicou na manhã deste sábado (20) uma foto dela nua em um banheiro em sua conta no Instagram.

“Dia. Daytime”, escreveu a atriz, na legenda da imagem em sua conta na rede social. A foto foi publicada por volta das 11h20 e, em apenas uma hora, já havia sido curtida por mais de 263 mil pessoas.

Um detalhe importante da foto é que a atriz colocou um emoji de coração no bumbum levando muitos de seus seguidores a fazer declarações fervorosas: “Diva”, “Ousada”, “Deusa”, “Que mulherão senhor”, entre outros.

Recentemente, Cleo Pires contratou a life coach e musa fitness Mayra Cardi para ajudá-la a emagrecer. Em entrevista à revista “Quem”, Cardi afirmou que a atriz já perdeu 3 kg. “Em 20 dias, ela já tinha emagrecido 3 kg, ela está bem mais fininha, já dá para ver nas fotos.”

De acordo com a musa fitness, Cleo a procurou também para trabalhar o lado emocional. “O propósito dela foi além do emagrecimento, que é o que eu mais acho legal, o que eu acredito, que é o poder da mente, da transformação e a evolução emocional. A Cleo é uma pessoa que está sempre procurando entender além. Se conectar com o universo, entender sobre os alimentos”, disse Mayra. Com informações da Folhapress.

❤️💦 dia Daytime

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Vídeo

Cosmonauta voa pela estação espacial em cima de aspirador

Russo voa pela estação enquanto toca a canção "I Believe I Can Fly", de R. Kelly

O cosmonauta russo Anton Shkaplerov publicou um vídeo que mostra ele voando em cima de um aspirador no interior da Estação Espacial Internacional.

Enquanto o cosmonauta voa pela estação, se pode ouvir a canção de R. Kelly “I Believe I Can Fly” (Acredito que posso voar, em português).

“Perguntam-nos muitas vezes se voamos em cima do aspirador na estação. Costumava responder que nunca tentei. E aí, durante uma limpeza no sábado, pensei que já é minha terceira expedição e que está na hora de realizar ‘testes de voo’ do aspirador”, comentou o cosmonauta sua postagem no Twitter. O vídeo recebeu muitos comentários positivos dos usuários.

“Pelos seus vídeos e fotos, parece que tudo aí é fácil e divertido, mas tenho a certeza que às vezes é muito difícil”, escreveu k_berenice. “Finalmente começamos a discutir questões sérias”, ironizou konstantin0108.

Anteriormente, Anton Shkaplerov publicou no Instagram uma foto da ponte da Crimeia (em construção) feita a partir da EEI. Com informações do Sputnik.

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tecnologia

Rede de celular 5G vai permitir velocidades de 1 Gbps e conversas entre drones

Tecnologia deve chegar em 2019 nos primeiros países; multinacionais e nações debatem padrão da rede, que vai tornar internet mais rápida e facilitar conexão entre máquinas.

Anatel avalia que 5G será usado em grandes centros urbanos (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Até o fim de 2017, a expectativa era de que o 4G já fosse a principal rede móvel no Brasil, mas o que faz empresários de telecomunicações esfregarem as mãos é a banda larga móvel de quinta geração, o 5G.

A chegada do 5G deve ocorrer em 2019. Até lá, países e multinacionais correm para deslocar o eixo das decisões em torno da rede que terá velocidades de download superiores a 1 Gbps (gigabits por segundo) e permitirá que robôs conversem entre si.

“O 5G abre mais oportunidades do que a nossa sociedade jamais vislumbrou, transformando conectividade em possibilidades para todo mundo”, afirmou Ronan Dunne, presidente da Verizon, durante o Mobile World Congress, realizado em San Francisco, nos EUA.

A declaração do executivo da maior empresa de telecomunicação norte-americana é um indicativo da empolgação do setor, que atribui ao 5G uma injeção de US$ 12,3 trilhões na economia mundial e a criação de 22 milhões de empresas até 2025.

Ari Lopes, analista da consultoria Ovum, explica a origem da euforia. Se o 2G digitalizou a transmissão de voz, o 3G abriu as portas para a internet móvel e o 4G elevou a velocidade móvel, o 5G vai permitir:

  • Altas velocidades de download
  • Menor demora da conexão
  • Mais “conversa” entre as máquinas
  • “Divisão” da rede em pedaços para priorizar serviços que sejam mais importantes

A velocidade média da internet no mundo hoje é de 7,2 Mbps (megabit por segundo). O 5G vai subir o limite. Em testes de equipamentos que poderão ser usados no futuro, Verizon e Qualcomm chegaram a 1 Gbps, mais de 140 vezes as taxas atuais, medidas pela Akamai. Por outro lado, vai cair o tempo de resposta entre máquinas e serviços conectados.

“Para ter carro autônomo, vai precisar de um carro conversando com o outro diretamente, porque, se estiverem em rota de colisão, não dá para o dado sair de um, ir até a torre de celular e daí para o outro a fim de evitar a batida”, comenta Lopes.

“Há uma infinidade de aplicações. Vai ter infraestrutura adequada para diferentes cenários, desde realidade virtual e agricultura de alta precisão até computação em nuvem, porque vai ser possível deixar as coisas na nuvem, como o processamento da máquina, e transmitir com alta velocidade para o dispositivo”, diz Agostinho Linhares, gerente de radiodifusão da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).

“O 5G é para onde as operadoras móveis querem ir”, diz Lopes. Até lá, as empresas trabalham na virtualização da rede (o gerenciamento dos servidores passa a ser feito por software) e investimento LTE melhor (o 4G vai servir como rede de apoio ao 5G).

O terceiro ponto é oferecer serviço de internet das coisas (IoT na sigla em inglês), que, no mercado, é uma das principais apostas para viabilizar o 5G. Hoje, as operadoras conectam as maquininhas de cartão, monitoraram caminhões e veículos, mas não há muita coisa além disso. A ideia é que o 5G ofereça ferramenta para conectar outras coisas a custos mais baixos.

Outra característica que a próxima tecnologia de conexão terá é o “slice network”, que permite alocar pedaços da rede para determinadas aplicações.

“Videoconferência ganha X da capacidade, medidores de água e energia elétrica das casas ganham outra uma parte…”, explica.

“Não tem nada a ver com ‘data shapping’, que era pegar uma aplicação e diminuir o tráfego dela. O foco é separar uso pessoal de empresarial. É isso que vai permitir carro autônomo e aplicações médicas. Não pode ter aquele negócio de que a rede estará 80% disponível. Imagina uma cirurgia remota. Tem que ter 99,9999% de confiabilidade.”

Para Dunne, da Verizon, os principais benefícios das soluções de IoT serão negócios entre empresas. O motivo, explica, é que as companhias usam as soluções de internet das coisas para gerenciar infraestrutura, monitorar veículos, otimizar uso de energia e fazer integrações entre máquinas e sistemas.

Padrão internacional

Até o sinal do 5G começar a ser captado por smartphones e drones, a rede vai passar por pelo menos duas rodadas internacionais de definições. No ano que vem, a União Internacional das Telecomunicações (UIT) define quais padrões de latência, transferência de dados e outros atributos uma rede deve apresentar para ser chamada de 5G.

Em 2019, a debate na UIT e na organização de rádio 3GPP será em torno das faixas de radiofrequência usadas.

E cada país já sinaliza o que mais lhe interessa. China, Japão e Coreia do Sul testam médias e altas frequências, capazes de transmitir altas velocidades de internet. EUA e Europa querem o mesmo, mas também apostam em baixas frequências, que cobrem regiões mais amplas sem precisar de muitas antenas.

“Até lá, você vai ter que separar o que é padrão do que é marketing”, comenta Lopes.

E no Brasil?

Segundo membros de governo, o Brasil deve seguir diretrizes ditadas pelos grandes polos produtores de tecnologia e aderir ao modelo de algum deles.

Para ele, o Brasil deve achar o seu espaço e agir de forma integrada globalmente e acompanhar uma tendência mundial. Isso vai representar uma escala econômica e contribuir para uma vocação particular, por exemplo, com o desenvolvimento especial do agronegócio, que é uma competência especial do Brasil, explica o secretário.

Ele diz, no entanto, que há pesquisas em cursos no Brasil sobre o 5G. “Nós temos alguns institutos que usam recurso do Funtel [Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações] e estão criando. Já fizeram testes bem sucedidos com a tecnologia 5G, como o caso do CCR, da Inatel”, completa.

Já para a Anatel, o 5G não deve ser a tecnologia responsável para preencher as lacunas de cobertura percebidas pelos consumidores no Brasil.

“Muitas das coisas de que precisamos hoje já conseguimos atender com 3G ou 4G. Se você está numa área sem cobertura, em vez de 5G, pode fazer [cobertura] com 4G, (usando a frequência) de 700 Mhz”, diz Linhares, o gerente de radiodifusão da Anatel.

Outras áreas com cobertura incipiente, diz, podem ser atendidas por redes de satélite. “Não vejo o 5G como melhor solução a curto prazo.”

A banda larga móvel de quinta geração será usada, afirma ele, “em grandes centros urbanos e regiões suburbanas com uma grande densidade de pessoas”.

Segundo Linhares, o Brasil tem expectativa que o 5G rode nas faixas de 3.5 Ghz, 26 Ghz e 40 Ghz. A agência, no entanto, pode ter que fazer algum ajuste regulatório já que o serviço de TV-RO (de antenas parabólicas) é transmitido em uma faixa próxima à de 3.5 Ghz.

A proximidade pode causar interferências. Os ajustes, no entanto, devem ser mínimos, já que o uso da TV-RO está caindo, graças ao avanço da TV Digital e da TV paga.

Para 2018, a Anatel já planeja regulamentar novas condições de uso da faixa de 3.5 Ghz, que podem ser destinadas ao 4G e, quando a tecnologia estiver consolidada, ao 5G.

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