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Ilha Solteira tem seu fórum inaugurado

O Judiciário de Ilha Solteira está de casa nova. O prédio, com 3,4 mil m², é quatro vezes maior que o antigo (que tinha 861 m²).

Atualmente estão em andamento na comarca 14,4 mil processos, divididos entre as duas varas e o Juizado Especial Cível e Criminal. Ali trabalham setenta funcionários e dois juízes.

A média de público, do fórum dirigido pelo juiz Eduardo Garcia Albuquerque, é de 200 pessoas/dia.

Integrantes do Judiciário local receberam, entre outras personalidades, os desembargadores Paulo Dimas de Bellis Mascaretti (presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo), Manoel de Queiroz Pereira Calças (corregedor-geral da Justiça) e Paulo Magalhães da Costa Coelho (coordenador da 37ª Circunscrição Judiciária – Andradina) para a inauguração das novas instalações do fórum de Ilha Solteira.

Primeiro a fazer uso da palavra, o juiz Eduardo Garcia Albuquerque fez breve retrospectiva sobre o Judiciário ilhense e da necessidade de o “Desembargador João Del Nero” estar em espaço condizente com a prestação jurisdicional oferecida ao cidadão.

Também não se esqueceu de homenagear o juiz Marcelo Eduardo de Souza, que hoje é auxiliar da Comarca de São José do Rio Preto.

“Com a construção do prédio do fórum de Ilha Solteira, que só foi possível mediante o esforço conjunto do Governo do Estado, do Município, dos servidores e dos magistrados que passaram pela comarca (em especial do doutor Marcelo Eduardo de Souza, responsável pela escolha da excelente localização deste prédio), pode-se dizer que a população ilhense dispõe da infraestrutura necessária ao acesso à ordem jurídica justa, com espaço democrático e adequado para a solução dos conflitos.”

Representando o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo, o presidente da 199ª Subseção da OAB Ilha Solteira, Fábio Corcioli Miguel também enalteceu o novo espaço agora disponível aos que necessitam do acesso à Justiça na comarca.

Para a promotora de Justiça de Ilha Solteira Marília Gonçalves Gomes, que representou o procurador-geral de Justiça, “grandes foram as melhorias advindas da conquista administrativa na qual hoje solenizamos. Dentre elas, podemos destacar a elevação da qualidade do serviço, da produtividade, e até mesmo do relacionamento interpessoal e da satisfação pessoal dos servidores públicos que aqui atuam, tanto do Tribunal de Justiça, quanto do Ministério Público, que estão sempre prontos e dispostos a atender a população que busca por justiça. Neste contexto, imperioso mencionar a cordial e colaborativa relação entre o Poder Judiciário e o Ministério Público nesta comarca. Há em nós, membros ministeriais, uma grande satisfação pela constante colaboração que o judiciário dispensa a esta instituição”.

Manoel de Queiroz Pereira Calças, acompanhado da esposa Maria Amélia, fez questão de ressaltar que não fazia uso da palavra na condição de corregedor-geral, mas sim porque aquela região lhe era e é particularmente ligada a sentimentos de afetividade.

“Conheço muito essas terras desde os seis anos quando cruzava essa região com meu pai e meus avós maternos. Em primeiro lugar, falo pelo carinho que tenho já que em meu histórico familiar essas terras se fazem muito presentes. Em segundo lugar, porque judiquei em todas as comarcas da região. Quem fala hoje é o menino que por aqui passou e que tem um amor profundo pelos que aqui estão.”

Ao encerrar a solenidade, Paulo Dimas disse que se sentia muito feliz pelo fato de o Tribunal de Justiça estar “ocupando o prédio com o espírito e a alma do Judiciário”. A referência foi feita em razão do contentamento e força emanados dos servidores ilhenses.

O presidente também elogiou o pronunciamento da promotora de Justiça quando disse que “o Ministério Público é uma instituição do Estado a serviço da sociedade”. “Todos nós trabalhamos pelo fortalecimento da cidadania, para que o cidadão seja respeitado e tenha seus direitos reconhecidos”, reafirmando que “luta com todas as forças para que o Judiciário esteja à altura do nosso povo paulista”.

Homenagem – A servidora Maria Auxiliadora Dourado dos Santos, conhecida como Bia, que depois de 26 anos de Tribunal de Justiça deixa a companhia dos processos e dos colegas para aproveitar a aposentadoria, foi surpreendida pela homenagem feita pelos magistrados e servidores de Ilha Solteira.

Deles recebeu, durante a cerimônia, uma placa de agradecimento pelos anos de convivência e profícua produtividade. Encerrando suas atividades nos quadros do TJSP, Bia recebeu a placa das mãos do presidente Paulo Dimas e do juiz Eduardo Garcia Albuquerque.

A solenidade foi prestigiada também pelo vice-prefeito de Ilha Solteira, Otávio Augusto Giantomassi Gomes, representando o prefeito; presidente da Câmara de Ilha Solteira, vereador Emanuel Wenderborn Zinezi Rodrigues; juízes Fernando Figueiredo Bartoletti (assessor da Presidência do TJSP e chefe do Gabinete Civil); Emerson Sumariva Júnior (diretor da 2ª Região Administrativa Judiciária Araçatuba); André Luiz Tomasi de Queiroz (2ª Vara de Ilha Solteira); promotora de Justiça de Ilha Solteira Luciane Antunes Magnotti; defensor público Angelo de Camargo Dalben (coordenador da Regional de Araçatuba); subcomandante do 28º BPM-I, major PM Marcelo Severino Batista; 1º tenente PM Luiz Fernando Feliciano, representando o comandante da 2ª Cia do 28º BPM-I; delegado de polícia de Ilha Solteira, Miguel Ângelo Micas; vereador Eduardo Vasconcelos; ex-prefeito e a ex-primeira dama de Ilha Solteira Bento Sgarboza e Fátima Holanda de Souza Sgarboza; assessor parlamentar Francisco Martins, representando o deputado estadual Itamar Borges; desembargadores, juízes, integrantes do Ministério Público, advogados, vereadores, militares, civis e servidores da Justiça.

OAB – Ao término da cerimônia, o presidente da 199ª Subseção da OAB Ilha Solteira, Fábio Corcioli Miguel e os advogados da subseção dividiram com os integrantes do Poder Judiciário o descerramento da placa inaugural da Sala da OAB no prédio do Fórum “Desembargador João Del Nero”.

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