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Uma herança de três gerações de uma mesma família na Polícia Militar

Tornou-se um “sacerdócio” para a família dos Gregórios, de Presidente Prudente, cuja herança conta com a farda e a paixão pela profissão, que foi passando de pai para filho.

O 1º Sargento BENEDITO Gregório, seu filho, o 2º Sargento MOACIR Gregório e o neto, o Soldado ROODNEY Gregório, filho de Moacir. Apenas os três trabalharam em Presidente Prudente, mas o número de familiares policiais é maior.

Prestes a completar 90 anos e chegando aos 40 de aposentado, o Sargento BENEDITO começou a trabalhar antes mesmo da criação da Polícia Militar.

 

 

Em 1955, ele ingressou na Força Pública e em 24 anos de carreira viu as transformações estruturais da Instituição em Presidente Prudente e acompanhou de perto a criação do 18º Batalhão da Polícia Militar do Interior e a construção de sua nova sede, entre 1971 e 1973.

Ele ainda vivenciou a criação da Polícia Militar, que foi a junção da Força Pública e da Guarda Civil. E, além disso, antes, em 1948, serviu o Exército Brasileiro.

O Sargento BENEDITO morou em Presidente Prudente e trabalhou por quase 18 anos. Depois foi para São Paulo, Ribeirão Pires, trabalhou mais cinco anos, e voltou, trabalhou mais um pouco e aposentou. Uma das criações que o Sargento acompanhou foi a do prédio do 18º Batalhão e disse ter participação na construção, em 1971.

“Trabalhei muito na 3ª Companhia, até me chamavam de ‘Benedito Faz Tudo’, porque eu fazia serviço de pedreiro, carpinteiro…”, disse ele.

Um dos cinco filhos é o Sargento MOACIR, de 59 anos, atuou na Polícia Militar por mais de 30 anos em São Paulo e em Presidente Prudente, onde atuava no Patrulhamento Tático Móvel (PTM) e depois na Força Tática, onde se aposentou, em 2009.

Entrou na Escola de Soldado em Presidente Prudente em 1978, foi para São Paulo, o 12º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, na Zona Sul, onde ficou cerca de quatro anos e meio, e no começo de 1983 foi para Presidente Prudente, com destino à Rosana.

Em 85, conseguiu voltar e só saiu em 2008, quando fez escola de sargento. Teve sua aposentadoria em 2009.

Os cinco irmãos – Moacir e mais quatro – trabalharam na Polícia, mas nem todos foram para Presidente Prudente. “A gente até brincou que dava pra fazer um time de futebol de salão, quatro na linha e um no gol”, brincou o Sargento MOACIR.

O neto, Soldado ROODNEY Gregório, de 30 anos, começou como temporário na
Polícia, o mais novo a assumir a farda, filho do Sargento MOACIR. Dá graças a Deus por herdar a profissão do avô e do pai. Entrou em 2005 como temporário, indo até 2007.

Em março de 2010 ingressou efetivamente na Polícia Militar e fez escola de soldado em Araçatuba. Assim que se formou, em março de 2011, passou a trabalhar em Campinas, depois em Dracena, até ser transferido para Presidente Prudente, em 2016.

Uma das realizações de sonho do Soldado ROODNEY foi trabalhar com seu pai. Foi na guarda do quartel, quando ele foi temporário. Seu pai era comandante da guarda da equipe e relata que trabalhar na equipe dele foi uma satisfação muito grande. O trabalho foi por cerca de um ano, em Presidente Prudente.

“Tenho muito orgulho de ser policial militar, coloco a farda todos os dias com tremendo orgulho. E se Deus quiser vai ser assim até aposentar”, finalizou o Soldado ROODNEY.

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