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Especialista fala sobre os cuidados para cicatrização

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Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) indica que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são os mais procurados para realizar procedimentos estéticos

Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) indica que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são os mais procurados para realizar procedimentos estéticos, com um aumento percentual na casa dos 50%. As opções mais procuradas nessa época são: botox e preenchimento, abdominoplastia, lipoaspiração e as cirurgias das mamas.

O médico e cirurgião plástico Dr. Marco Cassol alerta quanto aos perigos da exposição solar no período pós-cirúrgico: “Pacientes recém operados devem ter cuidado redobrado. Tomar sol após a cirurgia, além de dificultar a cicatrização, pode causar manchas na pele”, adverte.

Outra recomendação do especialista é evitar as bebidas alcoólicas, além da adoção de uma alimentação menos inflamatória. “No carnaval costuma-se abusar no consumo do álcool, substância que além de intoxicar o organismo, gera desidratação”, pontua o cirurgião que indica substituir o álcool por sucos naturais, água de coco ou bebidas que estimulam a produção de urina e hidratam o organismo, como melancia.

Na hora da folia é comum as pessoas descuidarem da alimentação e, principalmente, das medicações indicadas pelo cirurgião. “Pular etapas do tratamento implica em má cicatrização e o resultado pode ser insatisfatório. O excesso de derivados de açúcar e farinhas refinadas é muito inflamatório”, conclui Cassol.

Posso ir para folia após o procedimento estético?

Segundo Dr. Cassol o recomendado é programar o tratamento com no mínimo quinze dias de antecedência. “Tudo cuidado deve ser tomado com as cirurgias mais delicadas, como a prótese de silicone. O ideal é que a paciente siga as recomendações de repouso indicadas pelo médico e evite atividades extenuantes e os exageros, como pular e dançar, colocando em risco a recuperação”, acrescenta.

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TV

Faustão se irrita e detona funcionário ao vivo: “Imbecil”, e é criticado na web

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Fausto Silva perdeu a paciência durante o “Domingão”, da TV Globo, do último domingo (17). Enquanto anunciava a classificação da semifinal da “Dança dos Famosos”, o apresentador se irritou ao perceber que as notas haviam sumido do telão. Sem pensar duas vezes, o famoso, então, detonou o responsável por gerenciar o equipamento.

“O imbecil tirou de lá, para variar, de novo”, esbravejou.

Na web, os internautas se revoltaram com a postura do artista. “Quem o Faustão pensa que é para tratar as pessoas assim?”, reclamou um usuário do Twitter. “Inacreditável a falta de educação desse apresentador”, lamentou outro.

Já um terceiro garantiu: “Faustão chamando um funcionário de imbecil. Merece processo!”.

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EUA

Cientistas descobrem novo tipo da infecção “devoradora de pele”

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Imagem ilustrativa

Após estudarem uma infecção bacteriana que estava a corroer os tecidos de um paciente, médicos das Universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, descobriram um agravante de uma doença já conhecida. Um artigo sobre o caso foi publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences.

A fasceíte necrosante, como é chamada, é uma condição que há muito é conhecida pela comunidade médica e ocorre por conta de uma infecção severa provocada pela bactéria Streptococcus pyogenes. Este microrganismo é comum no sistema digestivo, mas, quando entra em contacto com outras áreas do corpo, devora a pele, os órgãos e o que mais estiver à sua frente, com o intuito de se instalar na corrente sanguínea.

Entretanto, os testes indicaram que a infecção havia sido causada por um outro microrganismo, denominado Aeromonas hydrophila. O quadro clínico evoluiu rapidamente, espalhando-se pelo baço e pelo fígado e tornando-se uma ameaça à vida do paciente.

Tal intrigou os médicos, que decidiram avaliar a composição genética dos microrganismos que atingiam o doente e surpresa! Como relataram num comunicado à imprensa, explicam que a infecção não se deu por uma, mas duas cepas diferentes de bactérias do género Aeromonas, denominadas de NF1 e NF2.

Normalmente, a cepa NF1 permanece localizada e não atinge a corrente sanguínea ou os órgãos, sendo eliminada pelo sistema imunológico do hospedeiro. Já a NF2 produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que o microrganismo se espalhe pelo corpo da vítima.

O problema, entretanto, ocorreu porque as duas espécies agiram ao mesmo tempo. “Uma das linhagens [NF2] produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que a outra linhagem [NF1] migre para o sistema sanguíneo e infecte os órgãos”, explicou Rita Colwell, cientista responsável pelo caso.

Além disso, a equipa de médicos apurou que a NF2 permanece localizada e não se espalha pelo corpo, pois, quando entra em contacto com NF1, acaba por morrer. “Agora, temos a capacidade (…) de determinar os agentes infecciosos individuais envolvidos em infecções polimicrobianas”, disse Colwell.

A especialista espera que isso ajude os investigadores a desenvolverem métodos mais poderosos de combate a esses organismos, salvando mais vidas. “Quando tratamos com um determinado antibiótico, estamos a eliminar um organismo do corpo”, explicou a especialista. “Mas se houver outro organismo que esteja a participar na infecção e que também seja patogénico, qualquer tratamento com antibióticos que não atinja essa outra espécie pode estar a abrir caminho para que esta se desenvolva”.

Após o diagnóstico ter sido realizado, o paciente pôde ser tratado pelos médicos e teve de ser operado. Embora lhe tenham sido amputadas ambas as pernas e ambos os braços, conseguiu sobreviver.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998