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Multidões vão às ruas de Seul para impedir retorno de presidente

Mesmo na véspera do ano-novo, multidões foram às ruas de Seul, na Coreia do Sul, para protestar contra a presidente afastada do país, Park Geun-hye, que sofreu impeachment no Parlamento no último dia 9, mas pode retornar ao poder caso seja absolvida pela Justiça.

Os organizadores das manifestações estimam que protestos ocorridos nos últimos nove sábados reuniram cerca de 9 milhões de pessoas.

O movimento contribuiu para que a maioria dos parlamentares sul-coreanos votasse pelo afastamento da presidente, que é acusada por procuradores de permitir que uma amiga de longa data manipule o seu governo.

As duas, segundo a acusação, extorquiam dinheiro e favores de grandes empresas. Park pediu desculpas por ter depositado confiança em sua amiga, Choi Soon-sil, que agora está presa. A presidente afastada negou, no entanto, que tenha cometido qualquer ato ilegal.

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O próximo do passo do processo de impeachment na Coreia do Sul é o julgamento da presidente em tribunal. Os membros da corte terão até seis meses para decidir pela permanência ou não de Park no poder.

Os juízes disseram na sexta-feira que ela não poderá ser forçada a testemunhar. A argumentação das partes começa na semana que vem.

Os procuradores já entregaram a investigação a uma equipe especial de promotores, que têm se concentrado em provar suspeitas de suborno entre o Park e a gigante de tecnologia Samsung. A empresa é suspeita de patrocinar Choi em troca de favores do governo.

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