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Empresário suspeito de exploração sexual de menores é preso

Um empresário foi preso nesta terça-feira (18) em São José do Rio Preto (SP) suspeito de exploração sexual de menores. Segundo as investigações da Polícia Civil, ele usava a própria filha para aliciar meninas na porta de escolas. O empresário está preso preventivamente.

O empresário de 56 anos foi preso depois de pouco mais de um mês de investigação. De acordo com a polícia, o empresário agia na porta de algumas escolas. Para tentar se aproximar das meninas ele oferecia presentes e usava muitas vezes a própria filha, que também é menor de idade e estuda em uma dessas escolas.

Além disso, a polícia descobriu que ele mantinha amizade com meninas de 13 e 14 nas redes sociais. “Depois ele passava a conversar com elas, mandava coração, perguntava se estava tudo bem. O que causou estranheza é uma pessoa de 56 anos querer conversar, ser amigo de uma adolescente, qual o assunto que teria? Qual a intenção? Não há sentido a conversa que tinha com as meninas”, afirma a delegada Margarete Franco.

O juiz da Vara da Infância e Juventude de Rio Preto, Evandro Pelarin, também recebeu denúncias de mães e funcionários de algumas escolas. “Recebemos a denúncia que havia um adulto abordando menores na porta da escola e acionamos a Polícia Civil e nessas denúncias havia conotação sexual, e a Polícia Civil fez o seu trabalho”, diz o juiz.

Durante as investigações, a polícia ouviu várias estudantes que confirmaram as denúncias. “Algumas das meninas mencionaram situação preparatória em que ele convida a menina para o ato sexual ou ato libidinoso, e a forma de agir era essa, conquistar a confiança e depois chegar a finalidade do ato sexual”, diz a delegada.

O empresário já tinha passagem pela polícia por outros crimes. Em 2013 ele foi investigado por esse mesmo crime, exploração sexual de menores, mas na época a polícia não encontrou provas suficientes contra ele. A polícia tem dez dias para concluir o inquérito e encaminhar ao juiz. Se for condenado ele pode pegar de quatro a 10 anos de prisão.

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