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Trasplante: doadores de órgãos podem salvar até 10 vidas

A doação de órgãos tem deixado de ser um tabu no país, o que ajuda a reduzir a fila de pacientes que aguardam por um transplante. De janeiro a julho deste ano, foram feitos 4.317 transplantes de órgãos no Estado de São Paulo. O número corresponde a 40,5% do total de procedimento de todo o País.

Atualmente 14.876 pessoas estão na fila de espera por um órgão no Estado. Os casos com maior espera são os de transplante de rim e córnea. Até o fim do mês de julho foram realizados no Estado de São Paulo 823 transplantes de rim, sendo 71 de coração, 291 de fígado e 32 de pulmão, 25 de pâncreas e 3.066 de córneas.

Comparado ao total do país, 51% dos transplantes de pulmão, 40,7% dos de pâncreas/rim, 37,3% dos de rim, 37,2% dos de coração e 36,1% dos de fígado, além de e 37,1% dos de córnea (considerada tecido), foram feitos por São Paulo.

Em todo o ano de 2015, foram realizados no Estado 7.088 transplantes de órgãos e tecidos. Cada doador pode salvar até 10 vidas.

No Brasil, a captação de órgãos só acontece quando a morte cerebral é constatada e há autorização da família para a doação. Portanto, a orientação é para que haja diálogo entre as famílias sobre o desejo de ser ou não doador de órgãos, pois isso facilita a tomada de decisão.

Saiba mais
Conheça os procedimentos para doação no site da Associação Brasileira de Transplantes de Orgãos.

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