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Quase 20% dos eleitores republicanos querem que Trump desista das eleições

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Pesquisa da Reuters/Ipos divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que um em cada cinco eleitores republicanos nos Estados Unidos quer que Donald Trump desista da candidatura à Presidência. De acordo com o levantamento, quase 20% dos entrevistados gostariam que o empresário abandonasse a disputa do dia 8 de novembro.

A pesquisa ouviu 396 eleitores registrados no partido Republicano. Desse total, 10% não souberam responder e 70% defenderam a continuidade dele na campanha. A margem de erro é de 6 pontos percentuais.

O percentual aumenta quando são ouvidos eleitores não só republicanos. Numa série de 1.162 entrevistas, divulgada na segunda-feira (8), também feita pela Reuter/Ipos, 44% gostariam que Trump desistisse da campanha. Nesse caso, a margem de erro foi de 3 pontos percentuais.

Segurança nacional

Na semana passada, a campanha de Trump recebeu várias críticas devido às declarações polêmicas do candidato sobre a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos e sobre a segurança do país. Ele defende a construção de um muro na fronteira com o México e a deportação massiva de pessoas sem documentação.

Apesar de ter o apoio da classe trabalhadora conservadora, Trump tem sido criticado pelo teor extremista de suas declarações e tom de confronto que usa quando lida com líderes tradicionais do partido.

Carta

Cerca de 50 especialistas em segurança nacional publicaram esta semana uma carta aberta, declarando que não vão votar em Donald Trump. Na carta, o grupo afirma que rejeitam o candidato, porque observam que falta a ele, “caráter, valores e experiência” para ser presidente. Trump desprezou a publicação.

Em sua última declaração polêmica, Trump sugeriu aos defensores do porte de armas no país que trabalhem para “impedir Hillary Clinton” – caso ganhe a eleição – de indicar juízes liberais para a Suprema Corte. O comentário foi visto como inadequado por ter “incitado” a violência em um dos temas mais sensíveis do país: o controle do porte de armas.

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ESTUDO

Homem deve fazer xixi sentado! Vídeo com ultravioleta mostra motivo

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Foto: reprodução / Youtube / QSSupplies

Um vídeo impressionante poderá ajudar a quebrar o tabu sobre homem fazer xixi sentado – 1 em cada 3 homens e 1 em cada 5 mulheres acham que é “não-masculino” sentar para urinar.

O estudo da QS Supplies, do Reino Unido, divulgado nesta sexta, 12, mostra imagens feitas com luz ultravioleta em um banheiro usado por homens. Elas revelam que milhares de respingos “invisíveis’ voam a quase um metro de distância quando eles urinam em pé e podem atingir a pia, a escova de dentes e o papel higiênico, que ficam a essa distância (vídeo abaixo)

“Milhares de gotículas de urina têm potencial de cobrir a maior parte do banheiro, incluindo as alças da frente. Respingos também podem atingir o chão, pias, paredes e aparelhos próximos”, diz a publicação da QS Supplies.

A boa notícia é que 25% dos homens que assistiram ao vídeo ficaram tão impressionados que consideraram a possibilidade de se sentarem com mais frequência para urinar daqui pra frente.

O vídeo

O vídeo mostra dezenas de homens fazendo xixi em pé. Com uma taxa de fluxo média de 20ml por 10 segundos, todos – com sua mira e com sua pressão para urinar – sujaram o vaso e o entorno dele, bem mais do que se imaginava.

Durante as gravações feitas no mesmo banheiro, a equipe usou luz ultravioleta para descobrir até onde a urina realmente espirra e provou que as gotas invisíveis voam pra todo lado.

Elas espirraram a até 36 polegadas – 0,91 centímetros – do vaso sanitário. Um quarto dos entrevistados disse que tinha uma escova de dentes localizada dentro dessa distância.

Como um adulto saudável faz xixi até oito vezes por dia – e muitos dão “aquela chacoalhada” quando terminam de urinar, dá pra imaginar quanta urina invisível se acumula no banheiro no espaço de apenas 24 horas.

Agora imagine o estado do banheiro após 7 dias. Britânicos e americanos costumam limpar os banheiros uma vez por semana… 86% das pessoas pesquisadas no estudo confessaram que não limpam regularmente essas áreas não-sanitárias.

A mira

E não adianta mirar na água, na parte da frente ou de trás do vaso sanitário. De todo jeito a urina respinga.

31% dos homens disseram que apontam para fazer xixi na parte de trás do vaso sanitário, acreditando que isso ajudaria, mas o vídeo comprova que esta é a pior técnica, a que produz mais respingos.

Xixi sentado

Resumindo suas descobertas, a QS Supplies sugere que mais homens deveriam fazer xixi sentados porque reduz bastante os respingos e ajuda a minimizar a sujeira.

“Quando simulamos a micção – ato de expelir urina – sentada de um homem, houve um número significativamente menor de respingos, confinados à parte inferior da frente do vaso sanitário e da borda dianteira”, revela o estudo.

“Então fazer xixi sentado não remove completamente os respingos, mas impede que as gotas voem para fora do vaso sanitário e para mais longe”.

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Rede Social

Facebook vai combater notícias falsas de saúde

Conteúdos anti-vacinas será o alvo da rede social

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Nos últimos meses o Facebook tem travado uma ‘batalha’ contínua contra notícias falsas e desinformação, uma iniciativa que para todos os efeitos parece que é para continuar.

O gestor de produto da rede social, Travis Yeh, anunciou que a iniciativa será estendida à área da saúde.

“Sabemos que as pessoas não gostam de publicações que sejam sensacionalistas e repetitivas e conteúdo de saúde enganoso é particularmente mau para a nossa comunidade”, disse Yeh.

Significa que é provável que campanhas anti-vacinas sejam despromovidas assim como artigos que promovam curas milagrosas.

As campanhas anti-vacinas têm se revelado um alvo para empresas tecnológicas devido aos efeitos negativos na saúde pública.

O Pinterest, por exemplo, desativou hashtags relacionadas com estes conteúdos de modo a impedir a sua disseminação.

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reino unido

Celebridade da internet morre em acidente com patinete elétrica, diz site

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(FOLHAPRESS) – Famosa por seus vídeos sobre exercícios e saúde mental que acumulam milhões de visualizações no Youtube, a britânica Emily Hartridge teria sido a vítima fatal do primeiro acidente envolvendo uma patinete elétrica no Reino Unido.

Segundo o site Business Insider, a polícia metropolitana de Londres afirmou que uma mulher de cerca de 30 anos estava em uma patinete que se chocou com um caminhão na sexta-feira (12). Diferentes veículos de comunicação britânicos identificaram a celebridade do Youtube como a vítima.

Uma publicação em rede social de Hartridge informa os seguidores sobre sua morte em um acidente, sem dar mais detalhes.

USO ILEGAL
No Reino Unido, o uso de patinetes elétricas em vias públicas -tanto ruas como calçadas- é considerado ilegal. Segundo a BBC News, elas são consideradas Veículos Elétricos Pessoais Leves (Plevs, na sigla em inglês), o que significa que são tratadas como veículos motores e não teriam equipamentos de segurança adequados nem placas.

Elas são permitidas apenas em áreas privadas se houver autorização do dono do terreno. No início deste ano, o governo fez uma consulta pública sobre o futuro da mobilidade, na qual a população, em sua maioria, respondeu que a legislação referente às patinetes deveria mudar.

O acidente fatal acontece acontece em meio à polêmica sobre o uso de patinetes elétricas no mundo todo. Em Paris, a morte de um usuário, que também bateu em um caminhão, aumentou o debate. Em junho, a prefeita Anne Hidalgo anunciou medidas para regular a circulação.

Desde o início deste mês, a cidade proibiu estacioná-las nas calçadas, a velocidade está limitada a 20 km/h e 8 km/h em zonas para pedestres, não podem ser utilizadas em “parques e jardins” e se recomendara o uso de capacete.

A intenção era tornar obrigatório o uso do equipamento de proteção, mas os deputados renunciaram na a essa medida porque “os franceses estão cansados de que lhes imponham obrigações”.

Em São Paulo, cidade por onde as patinetes elétricas entraram no Brasil, o prefeito Bruno Covas (PSDB) regulamentou seu uso em maio. Desde então, os usuários só podem utilizar os veículos com capacetes, que deve ser disponibilizado pelas empresas, e estão proibidos de circular em calçadas.

As empresas devem ainda promover campanhas educativas sobre o uso correto dos equipamentos, disponibilizar um manual de condução defensiva e informar mensalmente o número de acidentes com seus clientes.

A localização das patinetes também deve ser informada à prefeitura, embora o decreto não informe em que momento essa informação deverá ser apresentada.

Os equipamentos que estiverem estacionados irregularmente devem ser recolhidos pelas empresas. Caso contrário, eles podem ser apreendidos pela prefeitura. O decreto, porém não estipula o que é um local irregular de estacionamento nem determina o prazo para que a empresa retire a patinete de local indevido.

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