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Frequência sexual: será que a sua anda satisfatória?

Quem conversa sobre sexo com amigos ou participa de debates por aí já pode ter saído com algumas dúvidas. Afinal, qual frequência sexual seria a considerada “normal”? Algumas pessoas dizem necessitar de sexo constantemente, outra parcela é mais tranquila sobre o assunto, conseguindo se manter por períodos mais longos sem a atividade.

E é aí que surgem as dúvidas. Como em quase tudo relacionado ao sexo, quando se vê que outras pessoas não se comportam da mesma maneira, suas certezas podem estremecer. E também como tudo no sexo, essa frequência é uma questão pessoal e depende das experiências e necessidades de cada um.

Na verdade, a frequência sexual feminina tem íntima relação com o seu momento de vida, com o tipo de relação que a mulher está vivenciando, além das experiências sexuais passadas, explica Valéria Cavallari, Psicóloga clínica e Psicoterapeuta: “Uma mesma mulher, em diferentes momentos de sua vida pode ter uma baixa ou alta frequência sexual e isto independe da sua idade. Ela pode estar numa relação conjugal insatisfatória e isto irá contribuir para que a frequência sexual seja baixa. Da mesma maneira, se estiver numa relação conjugal satisfatória, a frequência sexual será maior. Existe uma estreita relação entre vida conjugal e sexo”.

A idade influencia na frequência sexual?

De acordo com as pesquisas, dois fatores são mais significativos quando se fala de frequência sexual: a idade e o tipo de relacionamento. As mulheres casadas tendem a ter uma vida sexual mais ativa, enquanto as solteiras dizem praticar bem menos. Faixas etárias também apresentam diferenças substanciais, como uma queda forte após os 50 anos.

“É natural que o número de relações diminua ao longo da vida. Alguns fatores que contribuem para a queda do desejo podem ser de ordem física (como a queda dos hormônios) ou as psicológicas, as quais atingem 70% das mulheres, como o sentimento de rejeição, a perda da vaidade, a preocupação excessiva com os filhos, a falta de cumplicidade entre o casal, entre outras”, cometa a Dra. Cristiane M. Maluf Martin, Psicanalista especialista em Terapia de Casais.

Mas essas mesmas pesquisas mostram que apesar da idade mais avançada, as mulheres que estão em relacionamentos estáveis continuam fazendo sexo mesmo que a quantidade seja reduzida. Por outro lado, as jovens solteiras têm números muito baixos. Isso pode significar que boa parte da frequência sexual feminina não depende somente da idade, mas principalmente do tipo de relacionamento.

Quanto de sexo é o suficiente?

A frequência do sexo pode depender de vários fatores físicos, emocionais e mesmo sociais. Já falamos sobre a idade e o tipo de relacionamento e quanto eles podem influenciar nesse sentido. Nas tabelas abaixo podemos ver uma pesquisa do Kinsey Institute que apresenta a frequência sexual dividida por idade e status de relacionamento segundo homens e mulheres. Os números correspondem à porcentagem de homens e mulheres que responderam cada opção.

 

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