CONECTE CONOSCO

Brasil vence Argentina e enfrenta a Rússia na semifinal do vôlei masculino

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Um dia depois da traumática eliminação da seleção feminina de vôlei da Rio 2016, a seleção masculina conseguiu hoje (18) superar contusões e a Argentina para avançar para a semifinal olímpica.

Em 1 hora e 45 minutos de jogo, a seleção do técnico Bernardinho venceu os argentinos por 3 a 1 e agora enfrenta a Rússia, na revanche da final olímpica de Londres, vencida pela seleção europeia.

Primeiro lugar do grupo B na primeira fase, os argentinos começaram o jogo como favoritos. O Brasil, no entanto, conseguiu fechar o primeiro set por 25 a 22. Ainda no final do primeiro set, o ponta Lucarelli sentiu uma lesão na coxa e deixou a quadra.

Com dificuldade na recepção e no ataque com a saída de Lucarelli, o Brasil não conseguiu conter o jogo dos argentinos e perdeu o set por 25 a 17. Mostrando poder de reação e superação, os brasileiros voltaram a jogar bem e fecharam o terceiro set por 25 a 19.

Mesmo machucado, Lucarelli voltou à quadra no quarto e decisivo set para ajudar o Brasil, após o ponteiro Lipe ter uma contratura lombar e sair do jogo e ajudou a equipe a fechar o jogo por 25 a 23. Derrotados em Londres, amanhã (19) os brasileiros poderão dar o troco nos russos na disputa do ouro.

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medalha

Brasileira conquista primeiro título do país no Mundial de esgrima

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Flávio Florido/Exemplus/COB

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pela primeira vez na história, o Brasil tem uma atleta medalhista no Campeonato Mundial de Esgrima, e a estreia no pódio veio no lugar mais alto dele.

Nesta quinta (18), Nathalie Moellhausen, 33, venceu a chinesa Sheng Li na decisão da competição individual de espada do Mundial, realizado em Budapeste, na Hungria.

O resultado surpeendeu, já que a brasileira é a 22º colocado do ranking na sua especialidade.

Nascida em Milão, a esgrimista tem cidadania brasileira por causa de sua família materna. Ela é filha da estilista ítalo-brasileira Valeria Ferlini. O sobrenome de origem alemã é da família do pai.

Nathalie competiu a maior parte da sua carreira representando o país europeu, uma das maiores potências da modalidade.

Pela Itália, a atleta conquistou três medalhas em campeonatos mundiais: duas por equipes (ouro em 2009 e bronze em 2011) e uma no individual (bronze em 2010).

Após a Olimpíada de Londres, ela não teve mais espaço na equipe italiana e decidiu paralisar a carreira no esporte para se dedicar a outras. Estudou filosofia na Universidade Sorbonne, foi modelo, produtora de eventos e diretora de arte.

Em 2010, ela já havia criado um espetáculo de dança coreografada com esgrima para a cerimônia de abertura do Mundial de Paris. Depois, produziu o primeiro calendário fotográfico mundial com atletas da modalidade.

Em novembro de 2013, fez a direção de arte da festa dos cem anos da Federação Internacional de Esgrima.
Nathalie voltou a competir em 2014, após receber um convite para representar o Brasil, país que ela estava acostumada a visitar para ver a avó quando era criança.

“Sempre tive o sonho de me aproximar ao Brasil. A oportunidade dos Jogos Olímpicos do Rio me pareceu o momento certo para dar esse passo”, afirmou Nathalie à Folha de S.Paulo na ocasião.

Pelo país, Moellhausen foi medalhista de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015 e chegou até as quartas de final na Olimpíada do Rio-2016, o melhor resultado do país na história do evento ao lado do obtido por Guilherme Toldo, no florete, também nos Jogos do Rio.

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ITAQUERÃO

Odebrecht cobra R$ 800 mi do Corinthians por estádio em Itaquera

Clube contesta valor e ainda precisa quitar financiamento com Caixa e BNDES

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A Odebrecht calcula ter R$ 800 milhões a receber do Corinthians pela construção do estádio em Itaquera, inaugurado em 2014. O valor foi informado por executivos da empresa em reunião na comissão interna do conselho deliberativo do clube para analisar a situação da arena.

A diretoria do Corinthians contesta o valor. Soma-se ao que precisa ser pago para a empreiteira a quitação de um empréstimo feito pelo BNDES com o aval da Caixa, que hoje está em R$ 470 milhões, segundo a construtora. O clube acredita que o valor do débito com o banco estatal é de cerca de R$ 400 milhões.

Além dessa quantia, cerca de R$ 380 milhões em CID’s (Certificado de Incentivo ao Desenvolvimento) já foram repassados pelo fundo que administra o estádio à Odebrecht no ano passado. Os CIDs funcionam como incentivo fiscal. Os títulos são emitidos pela prefeitura e vendidos no mercado. Quem compra esses papéis, pode utilizá-los para pagamento de impostos municipais com descontos.

“O problema é que essa soma não existe, pois inclui juros. Ah, hoje o estádio é R$ 1,3 bilhão [R$ 1,35 bilhão, na verdade], mas isso com os juros de 15 anos. Na verdade, o número é muito menor”, afirma o diretor financeiro do clube, Matias Romano Ávila.

O Corinthians alega que alguns itens previstos para serem entregues pela empreiteira não foram concluídos — como o pavimento externo, colocação de granito e acabamento na área de restaurante.

Quando a arena foi inaugurada, em maio de 2014, antes da Copa do Mundo no Brasil, o orçamento da obra era de R$ 985 milhões (R$ 1,3 bilhão em valores atualizados).

O custo da arena é tema de uma comissão criada pelo presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Antonio Goulart. O assunto ganhou destaque no clube após a Caixa Econômica Federal executar dívida de R$ 627 milhões da Odebrecht, no início de junho. Dias depois, a empresa entrou em processo de recuperação judicial.

A comissão que trata da arena pretende esclarecer três pontos: qual o valor da dívida referente ao estádio, quais as obras prometidas pela Odebrecht e que não foram feitas, e identificar os problemas operacionais e de licenças da arena.

Questionado pela Folha sobre o caso, o presidente do clube, Andrés Sanchez, respondeu não ter “nada a dizer”.

O dirigente afirmou na última segunda (15) que o Corinthians pagaria R$ 400 milhões pela arena “no amor ou no ódio”, em entrevista à Fox Sports. Era a mesma versão defendida pelo ex-diretor de marketing, Luis Paulo Rosenberg, que deixou o cargo em fevereiro deste ano. É o número que também está na cabeça do diretor financeiro.

“A gente pagou em torno de R$ 150 milhões e deve R$ 400 milhões. Isso é do financiamento de 12 anos”, afirma Ávila.

A frase de Sanchez resume um pensamento que existe entre os integrantes da comissão. Há o desejo de fechar uma negociação com a empresa em que o Corinthians ficaria encarregado de pagar o empréstimo feito pela Caixa ao clube. A Odebrecht ficaria com o resto da dívida.

A execução judicial feita pelo banco estatal se refere a R$ 627 milhões de debêntures oferecidos pela Odebrecht no mercado para arrecadar recursos durante a construção do estádio. Isso torna o banco estatal parte interessada em qualquer acordo referente a este valor.

Debêntures são títulos de dívida que a empresa lança no mercado para captar dinheiro. O investidor se torna credor da companhia. A emissão desses títulos pela Odebrecht é alvo de contestação na justiça.

Para a construtora, a execução e a recuperação judicial pedida não têm qualquer relação com o estádio. Até que o Itaquerão seja pago pelo Corinthians, a estrutura pertence à Arena Fundo de Investimento, companhia que recebe o dinheiro obtido com os jogos no local e faz os pagamentos para a Odebrecht, que também é cotista deste fundo.

A recuperação judicial é uma grande renegociação de dívidas baseadas na lei.

“Em vez de você bater na porta de cada um dos credores que a empresa tem, toda a situação de dívida é discutida diante de um juiz. Para você conseguir aprovar essa grande negociação, que vai abranger a totalidade das dívidas da empresa, ela precisa da aprovação da maioria dos credores”, explica Hélder Câmara, especialista da PMMF Advogados.

Ao contrário do que acredita a construtora, Câmara vê como possível as dívidas pelo Itaquerão entrarem no processo de recuperação judicial.

“Se parte do patrimônio que a Odebrecht tem são cotas do fundo do estádio, há uma possibilidade que essas cotas possam ser utilizadas para pagar dívidas. Os credores podem exigir isso para aprovarem o plano de recuperação. Se isso acontecer, há a possibilidade de terceiros passarem a ser donos das cotas. Entraria um novo cotista no fundo que administra o estádio”, completa.

A notícia da execução da Caixa referente às debêntures e o posterior pedido de recuperação judicial foram vistos no Corinthians como a possibilidade de forçar a Odebrecht a realizar um acordo pela dívida do estádio. O presidente Andrés Sanchez tem mantido contatos com executivos da construtora para negociar.

Os integrantes da comissão foram informados pela Odebrecht que também há outra emissão de debêntures, no valor de R$ 50 milhões, que deve entrar no total da dívida, além de juros a serem calculados.

Questionados em reunião da comissão, emissários da Odebrecht rechaçaram a reivindicação de que a construtora deixou de realizar cerca de R$ 200 milhões em obras previstas no Itaquerão. Alegam que fizeram as obras dentro do orçamento para tornar o estádio funcional. Este é outro item que os conselheiros querem usar em qualquer negociação da dívida pela arena e é citado pelo diretor financeiro.

“Nós já passamos quatrocentos e tantos milhões [de reais] para eles em CID’s. E tem as obras não realizadas”, diz Ávila.

No início de fevereiro deste ano, o presidente do conselho deliberativo, Antonio Goulart, determinou a criação de cinco comissões, compostas por diferentes correntes políticas do Parque São Jorge: finanças, jurídico, comunicação, patrimônio e estádio. Mesmo os conselheiros convocados para outras comissões se interessam realmente pelo que acontece na dedicada ao estádio.

Não foi colocado prazo para as comissões terminarem os trabalhos, mas há o desejo de que isso aconteça até o final do ano.

“A ideia é que as comissões produzam relatórios que depois serão levados para aprovação dos conselheiros. A nossa intenção foi abrir a administração do clube”, afirma Antonio Goulart, que vai convocar reuniões extraordinárias para tratar dos assuntos.

A ideia por trás da criação das comissões é tentar pacificar o clima político do clube, tão pesado que poderia levar a um novo pedido de impeachment de presidente, como aconteceu em fevereiro de 2017 com o então mandatário Roberto de Andrade.

Goulart considera que Andrés Sanchez tem colaborado com as comissões. Nem todos os integrantes concordam, porém.

“Ele vai empurrando com a barriga. Entrega só uma parte ou não responde o que é perguntado”, reclama o conselheiro Herói Vicente, integrante da comissão jurídica.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Sanchez disse que todas as comissões no Conselho Deliberativo são bem-vindas e estão de acordo com o que prevê o estatuto do clube.

A Odebrecht confirma a participação de pessoas da empresa em reuniões da comissão corintiana e diz que sempre esteve à disposição para dialogar com o clube.

Consultada, a Caixa Econômica Federal não se pronunciou sobre o assunto até o fechamento desta edição.

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flagrante

Homem é preso acusado de abuso sexual durante jogo do Coritiba

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Um homem de 39 anos foi preso na noite de terça-feira (16) durante o jogo entre Coritiba x São Bento, no estádio Couto Pereira, na capital paranaense. Ele é acusado de abusar sexualmente de uma adolescente de 17 anos que acompanhava a partida. As informações são do G1.

De acordo com a Polícia Civil, o homem teria tirado o órgão sexual e esfregado na adolescente que, inicialmente, não notou o crime. Outras torcedoras presentes no local alertaram e o acusado foi agredido nas arquibancadas do estádio até a chegada da Polícia Militar.

O registro da ocorrência foi feito pela Delegacia Móvel de Atendimento a Futebol e Eventos (Demafe). O homem foi autuado pelo crime de importunação sexual, com pena estimada de um a cinco anos de prisão. Esse tipo de crime não tem determinação de fiança e fica sob análise da Justiça.

A Polícia Civil ainda declarou que o acusado tem outro registro de abuso sexual, em 2017. Na ocasião, ele também teria esfregado o pênis em uma mulher, na cidade de Colombo (PR).

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