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Via Rondon, uma das empresas da família Constantino, é alvo da Lava Jato

Um dos diretores da empresa Via Rondon, Henrique Constantino, é um dos alvos da Operação Sépsis, nova etapa da Lava Jato, deflagrada hoje (1º). O nome da operação faz referência a um quadro de infecção generalizada, quando um agente patogênico afeta mais de um órgão.

Em nota, a empresa diz que Constantino foi procurado na manhã de hoje pelo Ministério Público Federal (MPF) para “apresentar a documentação pertinente a empréstimo tomado junto ao Fundo de Investimentos FGTS, solicitação esta que foi prontamente atendida”.

Segundo a assessoria de imprensa, a solicitação do MPF está relacionada somente com a Via Rondon, do grupo BRVias, e não teve qualquer relação com outras empresas da família Constantino, que também é dona da companhia aérea Gol.

Além da ação em São Paulo, a Operação Sépsis abrange o cumprimento de mandados no Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. As atividades da Sépsis foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte.

A RODOVIA

O Governo de São Paulo transferiu a administração de 416,8 Km do Corredor Marechal Rondon Oeste, que compreende 331,13 km da Rodovia Marechal Rondon SP-300 e, também, 23 rodovias de acessos (SPA) que totalizam 85,5 km.

A Rodovia SP-300 corresponde ao trecho do Município de Bauru, km 336,5, logo após o entroncamento com a rodovia SP-225, até o km 667,63, no município de Castilho/SP, divisa com Mato Grosso do Sul, passando pela região de Araçatuba. O contrato prevê ainda a manutenção de 33 vicinais no total de 243,8 km.

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