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Ponto G existe? Sexóloga dá dicas de movimentos e posições para aproveitá-lo

Há algumas décadas já é possível observar as pessoas e a ciência cada vez mais engajadas em respostas mais precisas na área da sexualidade, do sexo e do orgasmo. Fala-se muito sobre a importância de se ter uma vida sexual ativa, independentemente de se ter uma relação séria ou não, bem como da necessidade de o sexo ser seguro, a fim de evitar não só uma gravidez indesejada, mas especialmente as chamadas doenças sexualmente transmissíveis.

Sim, há muita informação e até algumas “inovações” quando o assunto é o sexo, a busca por prazer. Mas, não tem como negar: tudo isso causa muitas dúvidas e, em alguns casos, até uma busca exagerada pelo “sexo perfeito”, pelo “prazer intenso”.

Keila Oliveira, psicóloga, sexóloga e terapeuta sexual, comenta que, ao longo do tempo, muitas respostas (a respeito da sexualidade, do sexo e do orgasmo) foram encontradas; e outras vieram surgindo muito mais como especulações e suposições. “Ao passo que temos evoluído em tecnologia e respostas prontas para o cotidiano e o dia a dia, temos visto que essa urgência em saber de tudo e tornar a vida cada dia mais prática e excepcional se tornou um alvo muito claro, o qual praticamente todo mundo busca prementemente”, diz.

“Temos uma verdadeira indústria da felicidade posta todos os dias em favor de gadgets e descobertas bombásticas que facilitem a vida e nos impedem de dar de cara com as frustrações e com o próprio envolvimento emocional como reflexo de nossas conquistas e também dos nossos fracassos. Na área da sexualidade, porém, temos poucas novidades em termos de tecnologia e avanços da medicina, quando comparados às demais áreas da ciência: como estética, genética, cardiologia e infectologia, por exemplo”, observa.

Quando o assunto é sexo, um tema muito destacado é o chamado ponto G, rodeado, porém, de muitas dúvidas. Ele seria praticamente o “responsável” por proporcionar um prazer máximo à mulher.

Keila explica que o termo “ponto G” surgiu na década de 80 e tem sua origem na alusão de estudos na área da anatomia feminina do médico alemão Ernst Gräfenberg. “Segundo esse conceito, seria uma região encontrada na região anterior da vagina, há mais ou menos 4 cm da entrada do canal da vagina. Acredita-se que seria exatamente na região próxima da inervação do clitóris e, por isso, responsável pelo orgasmo”, diz.

Ricardo Luba, ginecologista, obstetra e especialista em Reprodução Humana, comenta que há quem concorde e quem não acredite no chamado ponto G. “Na verdade, não há evidência científica, mas ele costuma ser indicado como na entrada da vagina, na parede anterior”, afirma.

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