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Brasil se recupera de tropeços e vence Itália no Grand Prix

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A seleção Brasileira feminina de vôlei se recuperou dos recentes tropeços e voltou a vencer no Grand Prix. Nesta sexta-feira, o time comandado por José Roberto Guimarães superou a Itália por 3 sets a 1 (24-26, 25-22, 25-13 e 25-22). Após passar invicto pela primeira rodada da competição, o Brasil sofreu dois tropeços em três jogos na segunda parte (China e Sérvia), e voltou a triunfar fora de casa, em Ancara, na Turquia.

A ponteira Natália foi a maior pontuadora entre as brasileiras, com 17 acertos, seguida por Fernanda Garay (11), Fabiana (11) e Thaisa (10). Pelo lado italiano, o destaque foi para Egonu, que marcou 26 pontos.

– Foi um jogo importante para nós porque jogamos com a Itália completa. É uma equipe que vai disputar os Jogos Olímpicos e pode ser um adversário em um dos cruzamentos. Somos uma equipe que precisa jogar como time – analisou Zé Roberto.

Na manhã deste sábado, o Brasil faz o segundo jogo na Turquia, contra a seleção da Bélgica, a partir das 8h30 (de Brasília). No domingo, é a vez de enfrentar as donas da casa, a partir das 11h30.

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ATLETA

Morre Jackelyne da Silva, ginasta da seleção brasileira, aos 17 anos

O motivo da morte ainda não foi divulgado pela família e nem pelo clube da atleta

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RICARDO BUFOLIN/CBG/DIVULGAÇÃO

A ginasta Jackelyne da Silva, de 17 anos, morreu nessa quarta-feira (16/1), segundo informações divulgadas pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), em suas redes sociais. A atleta estava internada, mas o motivo da morte ainda não foi divulgado. Ela fazia parte do time de ginástica artística do Pinheiros e defendeu a seleção brasileira nas categorias juvenis. As informações são da revista Veja.

“Recebemos com tristeza a notícia do falecimento da atleta de ginástica artística do clube do Pinheiros, Jackelyne da Silva. Nos solidarizamos com os familiares, amigos e técnicos. Ficam, agora, as boas recordações da ginasta fazendo o que mais amava”, comunicou a CBG, em uma publicação com um vídeo da atleta em uma competição.

A Federação Paulista de Ginástica (FPG) também lamentou a morte de Jackelyne, em suas redes sociais. “A FPG quer expressar aos familiares, amigos e toda a comunidade da ginástica os seus sentimentos pela morte da ginasta Jackelyne da Silva, aos 17 anos. Ela era ginasta do Pinheiros e participava de competições da FPG. O céu ganhou mais uma estrela brilhante”.

O Esporte Clube Pinheiros, por meio de suas redes sociais, se solidarizou com a família da ginasta. “Jack, como era conhecida, fazia parte da equipe pinheirense desde 2010. Seu jeito brincalhão e sua alegria contagiavam todos que convivam com a atleta, dentro e fora dos treinamentos. Em quase 9 anos de convivência, ela fez parte de bons momentos da nossa equipe de Ginástica e o Clube acompanhou seu crescimento, como atleta e como pessoa. Solidário à dor de familiares e amigos, o Pinheiros está acompanhando e prestando todo o suporte possível nesse momento de despedida”, declarou o clube.

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GOLEADA

Corinthians faz 8 a 0 e passa na Copa SP com melhor ataque

Partida contra o Visão Celeste-RN aconteceu na noite dessa quarta (16), na Arena Barueri

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© Stringer ./ Reuters

O Corinthians segue vivo na Copa SP de futebol júnior. Nesta quarta-feira (16), o time paulista dominou o Visão Celeste-RN, na Arena Barueri, goleou por 8 a 0 e avançou às quartas de final.

O triunfo foi assegurado com gols de Fabrício Oya e Nathan (dois), Igor, Rafinha, Gustavo Mantuan e João Celeri (dois). Na disputa por vaga na semifinal, o adversário é o Grêmio, que marcou 3 a 0 no Audax.

O Alvinegro chega à próxima fase como dono do melhor ataque da competição, com 25 gols. O confronto com o Grêmio acontece entre sexta-feira (18) e sábado (19), em horário e local que ainda serão definidos pela Federação Paulista de Futebol.

A partida foi bastante tranquila para o Corinthians, que controlou o ritmo desde o começo e conseguiu sair na frente ainda aos 11 minutos, quando Oya cobrou falta no cantinho e deixou o goleiro rival sem reação.

Com o adversário desencontrado em campo, o time de Eduardo Barroca sobrou. Aos 25, a defesa do time potiguar falhou por um escorregão de Caio, que deixou Nathan livre para marcar o segundo. O centroavante, que havia perdido gol à queima-roupa pouco antes, desta vez teve a consciência de encobrir o goleiro de cabeça.

Mal deu tempo de o Visão Celeste respirar, e Nathan fez o terceiro. O lance teve início em chute de longe de Fabrício Oya, que o goleiro Patrick rebateu para o meio e deu no pé do centroavante. O ritmo seguiu o mesmo após o intervalo, quando Igor arriscou de longe e viu o goleiro adversário aceitar.

O gol mais bonito do Corinthians foi o quinto, no pé esquerdo de Rafinha. A centímetros da linha da grande área, o meia cobrou falta com enorme precisão e anotou um golaço. Gustavo Mantuan deve ter se inspirado, pois logo em seguida partiu em contra-ataque e também fez belíssimo gol em chute no cantinho.

O destaque da reta final foi João Celeri. que aos 29 arriscou de longe e contou com mais uma colaboração do goleiro Patrick. Já aos 44, ele aproveitou cruzamento da direita e cabeceou para fechar a conta.

Mais um confronto das quartas de final foi definido nesta quarta-feira. O Vasco bateu o Coritiba por 3 a 0 e fará duelo carioca com o Volta Redonda, que passou pelo Atlético-MG por 2 a 0.

Os outros jogos das quartas de final são os seguintes: São Paulo x Cruzeiro e Figueirense x Guarani. Com informações da da Folhapress.

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bastidores da TV

Jornalista relata ter sido vítima de machismo na Globo; confira

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jornalista Mayra Siqueira, que trabalhou nas rádios CBN e Globo, no canal SporTV e no site Globoesporte.com, relatou em sua conta no Twitter que foi vítima de machismo durante o período em que trabalhou no Grupo Globo.

No desabado, Siqueira citou nomes e incluiu alguns figurões do jornalismo da Rede Globo, como, por exemplo, o narrador Cleber Machado.

“O Cleber Machado, quando em finalmente ganhei um teco da sua confiança (levaram 2 anos e meio de Seleção pra isso), me disse que acha nada ver isso de mulher narrar, porque não é uma coisa que orne muito. Eu sorri e entendi que esse aí não vai mudar de ideia, e td bem. Antes disso, ele fez questão de tentar massacrar meu argumento em infinitas vezes nos programas. Motivo aparente? Mulher, novinha. Passou e, depois de alguns chás de aeroporto ao lado dele, cantamos juntos Elis Regina no caminho pro estúdio. Esse dia foi fera”, escreveu Mayra.

A jornalista também falou sobre o ex-técnico Muricy Ramalho, que hoje é comentarista do canal SporTV.

“Já ouvi 2 vezes em coletivas ao vivaço do Muricy “você sabe muito de futebol, né?” (insira tom irônico). Na primeira, fiquei arrasada. Na segunda, virei notícia e fui defendida nos programas. Ele nunca se abalou e, anos depois, fizemos programas de TV juntos na mesma bancada”, acrescentou.

Mayra também citou Tite. Segundo ela, o treinador da seleção brasileira foi deselegante ao responder a uma pergunta, mas logo se retratou.

“O Tite um dia me deu uma resposta levemente grosseira e que soou machista. Na resposta seguinte, interrompeu o que dizia a outro repórter pra pedir desculpas. “Poderia ser minha filha aqui””, disse a jornalista, que também falou sobre o jogador Dagoberto.

“O Dagoberto, no meu primeiro ano de repórter de campo, passou reto por mim ignorando minha pergunta. O Fernando Fernandes, da Band,  parou ele na sequência e disse ao vivo “já que você não respondeu a pergunta da moça, eu vou repetir”. ele repetiu, é o Dagoberto respondeu”, contou.

Além dos relatos, Mayra reforçou que o ambiente do jornalismo esportivo ainda é machista.

“O meio de imprensa esportiva é uma merda pra mulheres, ainda. E ainda bem que tá se enchendo de ~feminista chata~. Vcs não fazem ideia do que é saber que cada mulher que chega é “carne nova” na visão dos jornalistas homens, que acham ok e normal ir pra cima feito urubu”, disse ela, que também ponderou.

“Tem muito cara incrível e decente no jornalismo esportivo, e guardo vários como grandes amigos. Outros que são só aqueles “tiozoes incorrigíveis” que você tolera. E outros que você cumprimenta por educação”, finalizou.

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FUTURO

Com adesão de montadoras, F-E pode diminuir proximidade com fãs

Acesso a pilotos por parte dos fãs, até o momento, é uma característica da competição

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© Eric Gaillard/Reuters

Os sinais de que a Fórmula E é uma categoria jovem que está buscando promover seu evento de maneira diferente de outros campeonatos do automobilismo estão por todos os lados. No Reino Unido, por exemplo, a transmissão é feita por YouTubers, e, na pista, o acesso aos pilotos é facilitado, e jornalistas inclusive podem caminhar dentro dos boxes, algo totalmente impensável na sisuda e cheia de regras Fórmula 1.

Tanto que a declaração recente do chefe da Mercedes, Toto Wolff, que disse não saber se a categoria era “uma competição ou um evento” não causou mal-estar algum. Afinal, ouvidos pela reportagem no Marrocos, palco da segunda etapa da temporada, o CEO da F-E, Alejandro Agag, e a chefe da equipe Venturi e esposa de Toto, Susie Wolff, afirmaram com tranquilidade que a categoria tem, sim, o entretenimento como um grande foco.

“Diria que somos show e competição. E estou muito contente com essa definição. Temos muito orgulho do nosso evento, porque dizemos que a Fórmula E é mais do que um evento. Quero criar um movimento consistente para carros elétricos e isso é um evento”, defende o espanhol.

“Se queremos crescer no mundo moderno, temos de ser um show, temos de ser entretenimento. Sempre vão haver aqueles fãs de automobilismo que querem ver corrida, mas para atingir um público maior, temos de ser um show”, completa Susie.

Nesse sentido, não é coincidência que a Fórmula E só tenha etapas em destinos turísticos, faça as provas aos sábados -com classificação e corrida no mesmo dia, diferentemente das atividades da F-1, que duram três dias- e aproveite a falta do ruído dos motores para se apresentar como um evento para toda a família. A ideia central de tudo isso é promover mais do que uma corrida em si, mas uma experiência.

Todo esse clima de grande acessibilidade, contudo, está diminuindo a cada dia, segundo quem trabalha na categoria. E tudo tem a ver com seu próprio crescimento. A partir do momento que mais e mais montadoras começaram a se interessar pelo esporte e usá-lo como plataforma de desenvolvimento para seus carros, o controle de informações e circulação começou a caminhar para o que a Fórmula 1 acabou se tornando.

E esse é um fenômeno difícil de conter, como Lucas Di Grassi, que está na F-E desde seu nascimento, afirmou à reportagem. “Quando o custo unitário de uso por quilômetro caiu e começou a ficar perto do carro com motor a combustão, os governos começaram a pressionar porque o carro elétrico é muito melhor, não apenas pela questão da emissão de CO2 e do aquecimento global, mas principalmente pelo nível de emissão dentro das cidades. E as montadoras começaram a ver também que esse era o caminho e chegamos a esse momento em que temos mais montadoras na F-E do que a soma da F-1, Nascar e Indy. É interessante o quão rápido foi essa mudança. Ninguém esperava que fosse tão rápido.”

Apesar dos tempos de maior acessibilidade de uma categoria nova parecerem estar contados, pelo menos uma característica a F-E nunca vai perder -para o bem ou para o mal, dependendo do ponto de vista. “Fui no GP de Mônaco da F-1 e nunca mais voltei porque foi horrível, era muito barulho”, revelou a atriz Elizabeth Hurley, convidada na etapa do Marrocos. “Não sabia o que esperar porque não me interesso nem um pouco em carros, mas só de não ter o barulho já é bem melhor.”

O e-Prix de Marrakesh foi vencido por Jerome D’Ambrosio, que lidera a temporada depois de duas etapas. A corrida não foi boa para os brasileiros: Lucas Di Grassi foi o 7º, Nelsinho Piquet, o 14º, e Felipe Massa, 18º, o último colocado. Com informações da Folhapress.

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