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Massacre em escola

Tio de um dos assassinos de escola em Suzano pede perdão às famílias das vítimas

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Américo Castro, de 69 anos e tio de Luiz Henrique de Castro, um dos autores do ataque na escola de Suzano, pediu perdão às famílias das vítimas. A declaração aconteceu após o enterro do sobrinho de 25 anos. As informações são do G1.

“Quero pedir perdão público para os pais daquelas crianças. Eu não sei o que aconteceu com o menino. Em nome da família Castro, eu peço perdão. Nós também somos vítimas”, declarou.

Luiz Henrique foi sepultado no Cemitério Municipal São Sebastião, com cerca de 20 pessoas presentes. Uma breve cerimônia na capela do local ocorreu minutos antes do sepultamento.

Não houve velório e o corpo foi enterrado rapidamente, feito pela Prefeitura de Suzano, com poucos presentes e sem a mãe de Luiz, abalada com o caso.

“Não fizemos um velório em respeito às famílias das outras vítimas. A gente respeita a dor dos pais e mães daquelas famílias e é por isso que estou dando esse depoimento. Meu irmão e minha cunhada estão sem condições de falar”, afirmou Américo.

O corpo de Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, foi enterrado no Cemitério São João Batista. Cerca de seis pessoas participaram do sepultamento do outro rapaz que participou do ataque em Suzano, além de policiais militares e guardas civis.

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Fonte: MSN/ G1
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Saúde

Casos de dengue crescem 224% no Brasil com 229 mil pacientes este ano

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Dados do Ministério da Saúde divulgados hoje (25) apontam que o Brasil registrou 229.064 casos de dengue apenas nas 11 primeiras semanas deste ano. O número significa um aumento de 224% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 62,9 mil casos.

A incidência da dengue no país até 16 e março é de 109,9 casos por 100 mil habitantes. As mortes provocadas pela doença acusaram aumento de 67%, passando de 37 para 62 – a maioria no estado de São Paulo, com 31 óbitos, informou o ministério. O número representa 50% do total de todo o país.

Apesar do aumento expressivo no número de casos, a situação ainda não é classificada pelo governo federal como epidemia. O último cenário de epidemia identificado no país, em 2016, segundo o Ministério da  Saúde, teve 857.344 casos da doença entre janeiro e março.

“É preciso intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti [mosquito transmissor da doença] para que o número de casos de dengue não continue avançando no país”, destacou o ministério.

Estados

Alguns estados têm situação mais preocupante, com incidência maior que 100 casos por 100 mil habitantes: Tocantins (602,9 casos/100 mil habitantes), Acre (422,8 casos/100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (368,1 casos/100 mil habitantes), Goiás (355,4 casos/100 mil habitantes), Minas Gerais (261,2 casos/100 mil habitantes), Espírito Santo (222,5 casos/100 mil habitantes) e Distrito Federal (116,5 casos/100 mil habitantes).

Regiões

Ainda de acordo com os dados do ministério, o Sudeste apresenta o maior número de casos prováveis (149.804 casos ou 65,4 %) em relação ao total do país, seguido pelas regiões Centro-Oeste (40.336 casos ou 17,6 %); Norte (15.183 casos ou 6,6 %); Nordeste (17.137 casos ou 7,5 %); e Sul (6.604 casos ou 2,9 %).

O Centro-Oeste e o Sudeste apresentam as maiores taxas de incidência de dengue, com 250,8 casos/100 mil habitantes e 170,8 casos/100 mil habitantes, respectivamente.

Zika

Até 2 de março deste ano, houve ainda 2.062 casos de zika, com incidência de 1 caso/100 mil habitantes. No mesmo período do ano passado, foram contabilizados 1.908 casos prováveis.

Entre os estados com maior número de casos estão Tocantins (47 casos/100 mil habitantes) e Acre (9,5 casos/100 mil habitantes). Ainda não foram registrados óbitos por zika no Brasil.

Chikungunya

Até 16 de março de 2019, foram identificados 12.942 casos de chikungunya no Brasil, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil habitantes. Em 2018, foram 23.484 casos – uma redução de 44%.

As maiores incidências ocorreram no Rio de Janeiro (39,4 casos/100 mil habitantes), Tocantins (22,5 casos/100 mil habitantes), Pará (18,9 casos/100 mil habitantes) e Acre (8,6 casos/100 mil habitantes).

Em 2019, ainda não foram confirmados óbitos pela doença. No mesmo período de 2018, foram confirmadas nove mortes.

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POLÍTICA

Rio de Janeiro: Justiça manda soltar Temer e Moreira Franco

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O juiz federal Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, mandou soltar nesta segunda-feira (25) o ex-presidente Michel Temer (MDB), detido na sede da Polícia Federal no Rio desde quinta-feira (21).

Athié acatou pedidos de habeas corpus que beneficiam, além do emedebista, seis outros presos na Operação Descontaminação: Moreira Franco, ex-ministro de Temer e ex-governador do Rio, o coronel João Baptista Lima Filho e sua esposa, a arquiteta Maria Rita Fratezi, Carlos Alberto Costa (sócio do coronel Lima) e o filho Carlos Alberto Costa Filho, e Vanderlei de Natale, dono de uma empreita envolvida no suposto esquema de corrupção.

Ele estendeu a decisão a Carlos Alberto Montenegro Gallo, dono da CG Consultoria, que também estava preso preventivamente, mas não havia ingressado com pedido de habeas corpus.

A decisão é monocrática, ou seja, dispensou o julgamento de outros membros do TRF-2. A ideia inicial era determinar o destino dos presos com o colegiado da corte (com outros dois juízes), nesta quarta-feira (27), mas Athié decidiu se antecipar.

A revogação da prisão preventiva é liminar -ainda pode cair, caso o corpo de juízes assim determine.
Athié afirma que se decidiu pela liberdade dos suspeitos preventivamente presos no fim de semana. “No recesso do lar, pude examinar com o cuidado devido as alegações, a decisão combatida, os documentos que fazem parte dos processos.”

Diz, em sua decisão judicial, que chegou à conclusão que não havia justificava parar esperar até quarta, pois via na prisão preventiva um atropelo “das garantias constitucionais”.
Fez questão de ressaltar que não é contra a Lava Jato, a operação que gerou os mandados de prisão expedidos por seu juiz responsável no Rio, Marcelo Bretas, contra Temer e os outros.

“Ao contrário, também quero ver nosso país livre da corrupção que o assola. Todavia, sem observância das garantias constitucionais, asseguradas a todos, inclusive aos que a renegam aos outros, com violação de regras não há legitimidade no combate a essa praga.”

No pedido de prisão preventiva, Bretas usa por 19 vezes o verbo “parecer”, no sentido de dúvida ou incerteza. O juiz menciona outras justificativas para a prisão preventiva que aparecem no Código de Processo Penal, mas não diz como esses fatos teriam ocorrido com Temer.

Para Athié, o que se tem até o momento “são suposições de fatos antigos”.
“Entretanto, os fatos que, de início na decisão se lhe “pareciam”, viraram grande probabilidade. Todavia, mesmo que se admita existirem indícios que podem incriminar os envolvidos, não servem para justificar prisão preventiva.”
O advogado de Moreira Franco, Antônio Pitombo, diz que a defesa do ex-ministro “aguardava, de modo sereno, a liminar do tribunal. É importante ao desenvolvimento da sociedade que se preservem os direitos individuais e se respeite a lei”.

A defesa de Temer já havia classificado a ordem de Bretas como um “dos mais graves atentados ao Estado democrático e de Direito no Brasil”, que estaria tomando o ex-presidente como um troféu dos investigadores da Lava Jato.
O emedebista foi encarcerado numa sala da Polícia Federal 79 dias após deixar a Presidência. Tornou-se, assim, o segundo presidente do Brasil a ser preso após investigação na esfera penal. O pioneiro foi o petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Temer, 78, é acusado de chefiar uma organização criminosa que desviava recursos das obras da usina nuclear de Angra 3. O Ministério Público Federal afirmou que chega a R$ 1,8 bilhão o montante de propinas solicitadas, pagas ou desviadas pelo grupo de Temer, que age há 40 anos, segundo a Procuradoria. O ex-presidente nega.
Athié já havia votado em 2017 pela liberação de Othon Silva, ex-presidente da Eletronuclear.

Segundo o Ministério Público, Othon e a estatal estariam envolvidos no suposto esquema de propina que resultou na prisão de Temer na semana passada.

Em fevereiro de 2017, Othon estava preso preventivamente, acusado de ter recebido propina na construção de Angra 3, assim como Temer foi acusado na última semana.
Segundo o Ministério Público Federal, o ex-presidente foi responsável pela indicação de Othon para a presidência da estatal, com o objetivo de garantir vantagens indevidas.

Na sessão em que votou pela liberação de Othon, Athié disse, segundo o jornal O Globo, que os pagamentos de propina podem ser apenas “gorjeta”.
“Nós temos que começar a rever essas investigações. Agora, tudo é propina. Será que não é hora de admitirmos que parte desse dinheiro foi apenas uma gratificação, uma gorjeta? (…) Essas investigações estão criminalizando a vida”, afirmou.

Athié ingressou no TRF-2 em outubro de 2000. Também foi juiz no Espírito Santo e procurador da República.
O juiz chegou a ser alvo de uma ação penal, acusado de ter cometido os crimes de formação de quadrilha e estelionato, quando juiz no Espírito Santo. Em função das investigações, ficou sete anos afastado do cargo, sendo reencaminhado por decisão do STJ de 2011. A Justiça não encontrou provas que pudessem incriminá-lo.
Outra polêmica está presente na carreira do juiz federal: em 2016, Athié se declarou suspeito para julgar casos que envolvessem o empresário Fernando Cavendish, dono da Delta.

A suspeição ocorreu a pedido do MPF, que alegou que o magistrado é amigo do advogado Técio Lins e Silva, que defendia Cavendish.

Poucos dias antes, Athié havia transformado a prisão preventiva do empresário, detido pela Operação Saqueador, em domiciliar. A decisão foi estendida para outros réus no caso, incluindo o contraventor Carlinhos Cachoeira.

NOVAS INVESTIGAÇÕES SOBRE TEMER NA PRIMEIRA INSTÂNCIA

Eletronuclear
O quê: Coronel João Baptista Lima Filho é suspeito de pedir, com anuência de Temer, R$ 1,1 milhão a José Antunes Sobrinho, sócio da Engevix, no contexto de um contrato para a construção da usina de Angra 3
Onde tramita: Justiça Federal no Rio

Reforma
O quê: Maristela, filha do presidente Michel Temer, e outros são suspeitos de lavagem de dinheiro por meio de reforma na casa dela, em São Paulo. Materiais foram pagos em dinheiro vivo por mulher de coronel amigo de Temer
Onde tramita: Justiça Federal em SP

Tribunal paulista
O quê: Suspeita de superfaturamento e de serviços não executados pelo consórcio Argeplan/Concremat, contratado por cerca de R$ 100 milhões para realizar obras no Tribunal de Justiça de São Paulo. Para PGR, Argeplan pertence de fato a Temer
Onde tramita: Justiça Federal em SP

Terminal Pérola
O quê: Suspeita de contrato fictício, de R$ 375 mil, para prestação de serviço no porto de Santos
Onde tramita: Justiça Federal em Santos (SP)

Construbase e PDA
O quê: PDA, uma das empresas do coronel Lima que consta de relatórios de movimentação financeira atípica feitos pelo Coaf, recebeu da Construbase, em 58 transações, R$ 17,7 milhões de 2010 a 2015. Outro contrato suspeito, de R$ 15,5 milhões, é entre Argeplan e Fibria Celulose, que atua no porto de Santos
Onde tramita: Justiça Federal em SP

INVESTIGAÇÕES QUE DESCERAM PARA A PRIMEIRA INSTÂNCIA

Portos
O quê: Temer foi denunciado sob acusação de beneficiar empresas do setor portuário em troca de propina
Onde tramita: Passou a tramitar na Justiça Federal do DF em janeiro

Jantar no Jaburu
O quê: PF e PGR concluíram que Temer e ministros de seu governo negociaram com a Odebrecht, em um jantarem 2014, R$ 10 milhões em doações ilícitas para o MDB
Onde tramita: Passou para a Justiça Eleitoral em SP

Quadrilhão do MDB
O quê: Temer foi denunciado sob acusação de liderar organização criminosa que levou propina de até R$ 587 milhões em troca de favorecer empresas em contratos com Petrobras, Furnas e Caixa
Onde tramita: Justiça Federal no DF

Mala da JBS
O quê: Temer é acusado de ser o destinatário final de uma mala com propina de R$ 500 mil e de promessa de R$ 38 milhões em vantagem indevida pela JBS
Onde tramita: Justiça Federal no DF

QUEM É MICHEL TEMER

Nascimento
Nasceu em 1940, em Tietê (SP). Formou-se em direito pela USP e foi professor da PUC

Justiça
Em 1981, filiou-se ao PMDB (hoje MDB) e, dois anos depois, assumiu a Procuradoria-Geral do Estado de SP. Foi duas vezes secretário de Segurança Pública de SP

Câmara
Eleito suplente, assumiu como deputado em 1987 e exerceu seis mandatos na Câmara. Foi presidente da Casa três vezes, a última delas entre 2009 e 2010

Vice
Foi eleito vice de Dilma Rousseff (PT) nas eleições de 2010 e 2014

Impeachment
Com o afastamento de Dilma, assumiu a Presidência interinamente em maio de 2016. Tomou posse oficialmente em agosto, após a aprovação do impeachment no Senado

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História de Vida

Empresário descobre que funcionário é irmão adotado há 3 décadas

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Foto: Reprodução/ Facebook

FLORIANÓPOLIS, SC (FOLHAPRESS) – Antônio Nunes, 35, e Maicon Luciani, 31, moram na mesma cidade, têm amigos em comum e atuam na mesma empresa. A dupla descobriu, por acaso, que também faz parte da mesma família: são irmãos.

O caso inusitado ocorreu em Blumenau (SC), a 140 km de Florianópolis. Tonho do Gás, como o empresário é conhecido na cidade, tem 33 funcionários em cinco pontos de revenda de gás.

Em fevereiro, ele levou Maicon para uma viagem curta. A ideia era mostrar ao funcionário contratado no mês anterior a logística de transporte e carregamento de gás em outra localidade.

Na volta da viagem, quando pararam para jantar, Antônio notou que Maicon cochilava sem perceber e alertou para a saúde do funcionário. “Eu falei pra ele que meu tio-avô tinha esse cacoete por causa do peso e que ele tinha que se cuidar”.

Ao falar de família, Maicon revelou a Antônio que fora adotado e que, ao fazer 18 anos, a mãe adotiva lhe deu informações cruciais sobre sua origem, caso tivesse interesse de ir atrás dos pais, o que nunca fez.

“Comentei que meu sobrenome antes de ser adotado era Nunes. O Antônio ficou me olhando com cara estranha”.
Contou ainda que o nome da mãe biológica era Zulimar, que sabia que um irmão também tinha sido encaminhado para a adoção e um outro irmão ficado com os avós.

“Ele [Antônio] e o Fábio [outro funcionário que os acompanhava] seguiram me olhando com aquela cara de ‘conta mais’. A ficha ainda não tinha caído pra mim.”

Já Antônio teve certeza de que o novo funcionário era o caçula da família. “Eu olhei pra ele e falei ‘tu é meu irmão, cara’. A história fechou”, conta.

Maicon não sabia que o patrão já tinha tentado, sem sucesso, encontrá-lo e já havia reunido algumas poucas pistas.
Um desses fiapos de história foi contado por uma cabeleireira que intermediou a adoção, prática comum na época -o processo de adoção, ainda assim, foi formalizado na Justiça.

Antonio foi procura-la e soube que, há alguns anos, em uma fila para votar nas eleições, a cabeleireira havia encontrado a mãe adotiva e Maicon.

Antônio quis saber mais, mas a cabeleireira não havia perguntado detalhes, como o endereço da família adotiva.
Mãe solteira e com dificuldades financeiras nos anos 1980, Zula, 55, apelido de Zulimar, deixou Antônio ainda bebê com os pais dela e saiu de casa para trabalhar em fábricas, lanchonetes e em residências como doméstica.

Um ano depois de Antônio nasceu Jefferson. Para o menino não passar fome, segundo a mãe, o destino foi a adoção.
Depois veio nova gestação, e Maicon foi adotado por outra família. “Naquela época não se falava de métodos contraceptivos”, diz ela.

Zula afirma que sente por não ter acompanhado o crescimento dos filhos e que o momento mais doloroso foi quando entregou os bebês. “(Senti) tristeza. Fiquei sem chão”.

Há três anos, Antônio encontrou o irmão do meio, Jefferson Greueli, 34. Juntos, tentavam desde então completar o trio, mas não encontravam Maicon.

Eles só contavam com a data de nascimento e o primeiro nome do pai adotivo dele, João. Também supunham que eles ainda morassem na cidade.

“Se você não quer falar com um familiar, é uma escolha sua. Agora, você não ter essa chance porque ela foi tirada de você é não ter escolha”, afirma Antônio.

Agora, com a família reunida, os desajustes do passado rendem risadas. Maicon lembra do dia em que foi chamado pelo chefe para liberar botijões de gás para uma colega de outra filial da empresa.

A entrega dos botijões foi feita para Zula, que trabalha na distribuidora de gás do filho. Sem saber, naquele dia havia falado com o irmão e a mãe.

“Ele caminhava muito devagar e pensei: ‘Que pamonha esse menino’. Depois, descobri que era meu filho”, diz Zula.
“Eu não queria me sujar”, explica Maicon que ainda está construindo os laços com a família biológica. “Eu fui criado como filho único, ainda estou me acostumando a ter irmãos. Estou aprendendo”.

No último mês, os três irmãos conseguiram reunir a família biológica com as adotivas. Antônio é casado e tem três filhos, Jefferson tem dois e Maicon é noivo, sem filhos.

“Eu nunca procurei [a família biológica]. Eu sempre tive muito medo de encontrar meus irmãos. Pensava: ‘Vou encontrar que tipo de pessoa?’. Eu levei sorte que saí de uma família legal”, diz. “A sensação é de se completar. Saber que não precisa correr atrás de algo que falta em você”, afirma Antônio.

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recuperação

Internado em São Paulo com pneumonia, Maluf não tem previsão de alta

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Paulo Maluf foi internado com "pneumonia leve" (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Ainda não há previsão de alta para o ex-deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), que foi internado ontem (24) no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

Segundo a assessoria de imprensa de Maluf, ele foi internado por causa de uma “pneumonia leve” e, por sua idade, os médicos acharam melhor mantê-lo no hospital, que hospital não confirmou o estado de saúde do paciente.

Condenado por lavagem de dinheiro no fim de março do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli concedeu a Maluf o direito a prisão domiciliar, por entender que exames protocolados pelos advogados de defesa mostraram que o ex-deputado e ex-governador de São Paulo passava por graves problemas de saúde e não poderia continuar na prisão.

A decisão liminar foi analisada pelo plenário do STF e, em 19 de abril, os ministros confirmaram liminar proferida por Toffoli, mantendo a prisão domiciliar.

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