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REDE SOCIAL

Facebook confirma que senhas de usuários podiam ser lidas por funcionários

A empresa diz que descobriu o problema em janeiro e que ele foi solucionado. A rede social diz que não há necessidade de troca de senhas.

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O Facebook confirmou nesta quinta-feira (21) uma denúncia de que a empresa salvava senhas em arquivos de texto que podiam ser lidas por funcionários. A rede social disse que uma investigação em andamento, até agora, não revelou nenhum sinal de que algum funcionário tenha abusado do acesso a esses dados.

Em nota, o Facebook disse ter percebido o problema em janeiro deste ano e que, na ocasião, tomou as medidas necessárias para resolver a questão.

A empresa também afirmou que não é necessário efetuar a troca de senhas, mas que vai notificar milhões de usuários sobre a falha. Os principais afetados foram usuários do serviço Facebook Lite, aplicativo da rede social para aparelhos antigos e conexões lentas. “Serão notificados centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuários do Instagram”, disse a empresa em nota.

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NATUREZA

Cientistas descobrem que botos rosa usam mais de 237 sons para ‘conversar’

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Som mais comum sugere comunicação entre mãe e filhotes — Foto: Gabriel Melo-Santos/ University of St Andrews/BioMA

Pesquisadores brasileiros descobriram que os botos rosa (gênero Inia) usam uma comunicação complexa e com sons variados. O estudo foi publicado na sexta-feira (19) revista científica britânica “Peerj” e pode ajudar a desvendar como a comunicação evoluiu nos mamíferos marinhos.

Os cientistas acreditavam que os botos da região amazônica tinham um perfil mais solitário e uma comunidade pequena que exigia poucos recursos para comunicação, mas o estudo mostrou que os animais interagem bastante uns com os outros e têm um repertório diverso.

Foram identificados, ao todo, 237 sons diferentes. O tipo mais comum era emitido quando filhotes estavam presentes, sugerindo uma comunicação entre eles e as mães.

O cientista Gabriel Melo-Santos estudou os botos que frequentam as águas da área do mercado de peixe do município de Mocajuba (PA). Em busca de alimentos, os animais costumam fazer visitas diárias ao local, o que permitiu que os pesquisadores acompanhassem com mais regularidade os animais.

“Em Mocajuba, durante a estação seca, as águas são bem transparentes e nos permitem observar o comportamento dos botos em detalhe. Lá, reconhecemos cada boto individualmente através das marcas naturais no corpo dos animais. Então sabemos quem é cada boto, o sexo e a faixa etária. Dessa forma, conseguimos associar os sons gravados aos contextos comportamentais”, explica.

Para o estudo, câmeras e microfones subaquáticos foram usados. Também foram coletadas amostras de DNA dos animais. Com mais de 20 horas de gravação e mais de 200 sons identificados, os pesquisadores acreditam que ainda há mais para ser descoberto.

“Os sons emitidos pelos botos podem nos ajudar a entender como se deu a evolução da comunicação sonora nos cetáceos. Além disso, precisamos saber como se dá o sistema de comunicação dos botos para entender como eles podem ser afetados por atividades humanas (como o tráfego de embarcações, por exemplo)”, diz Melo-Santos.

Segundo o pesquisador, a linhagem evolutiva dos botos (e outros golfinhos de água doce no mundo) divergiu dos outros cetáceos (baleias e golfinhos), o que faz deles relíquias evolutivas e peças importantes para desvendar como essa comunicação avançou.

Assobios

Os sons usados pelos botos são diferentes dos assobios usados pelos golfinhos, mas o propósito, segundo os cientistas, é o mesmo: se comunicar com a espécie.

Além disso, os botos fazem chamados mais longos, e os assobios são menos frequentes. Há indícios de que, nos botos, os assobios são usados para afastar outros grupos, e não para comunicação entre eles, como nos golfinhos.

“A associação entre as mães e os filhotes são as mais fortes e duradouras em botos-rosas então é vantajoso que os filhotes tenham sons que possam comunicar à mãe sua posição e seu estado emocional, por exemplo”, explica Melo-Santos.
Os chamados dos botos ficam em uma frequência entre os sons de baixa frequência emitidos por baleias e os de alta frequência emitidos por golfinhos.

A bióloga Laura May Collado da Universidade de Vermont, que também participou do estudo, acredita que isso acontece por causa do habitat dos botos.

“Há muitos obstáculos, como florestas inundadas e vegetação em seu habitat, então esse sinal pode ter evoluído para evitar ecos da vegetação e melhorar o alcance de comunicação das mães e seus filhotes”, diz ela.

Comunicação semelhante à de outros mamíferos

Além disso, o estudo indica que os sons usados para comunicação entre cetáceos podem ter aparecido muito antes do que se sabia e para uma comunicação semelhante à de outros mamíferos.

“Assim como a de algumas espécies de golfinhos marinhos (orcas, baleias piloto, entre outros), botos emitem sons com voz dupla, por exemplo. Para orcas, baleias piloto e outras espécies, esses sons podem indicar a identidade de um grupo social. Fenômenos não-lineares, como a bifonação (voz dupla) e a presença de sub-harmônicos, estão presentes em várias espécies de mamíferos terrestres”, diz Melo-Santos

O cientista explica que alguns destes sons são muito presentes no nosso cotidiano, como o choro de bebês e o latido de cachorro. Em diferentes espécies, podem indicar estado emocional e identidade individual.

O próximo passo do estudo é verificar como os botos em regiões com menor presença humana se comunicam e identificar se os chamados dos botos carregam sua identidade individual e/ou sinalizam sua localização.

Gabriel Melo-Santos é pesquisador da Universidade de St. Andrews e fez parte do Doutorado na Universidade de Vermont, mas iniciou seu estudo sobre botos na Universidade Federal do Pará.

O estudo sobre a comunicação dos botos-rosas foi patrocinado pela Fundação Rufford, Cetacean Society International e Swarosvki Foundation.

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Saúde

Alimentação emocional pode provocar efeito sanfona

Na maioria dos casos, segundo especialistas, a ansiedade e o estresse são os sentimentos que provocam a compulsão fora de hora por comida

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Você sabe o que é alimentação emocional? Muito comum atualmente, acontece quando as pessoas comem mesmo sem fome, em resposta a determinadas emoções, para preencher o que considera um “vazio” – neste caso não é no estômago.

Uma das consequências é o ganho de peso e o chamado efeito sanfona, quando a pessoa engorda e emagrece frequentemente.

Na maioria dos casos, a causa são a ansiedade e o estresse. De acordo com a nutricionista Lara Natacci, sensações como tristeza, raiva ou culpa não melhoram depois que comemos. “Ao contrário, depois de comer demais para compensar esses sentimentos, vêm a frustração e a sensação de fracasso”, explica.

Associar a comida ao alívio para os problemas pode ficar programado no cérebro. Por isso, o mais indicado nesses casos é buscar orientação psicológica para neutralizar o comportamento compulsivo, além de acompanhamento nutricional e atividades físicas.

Também é importante identificar o que desperta o desejo de comer, além das necessidades do corpo, estimulando o emagrecimento com saúde.

Quem se relaciona com os alimentos pela emoção tem tendência a consumir mais carboidratos, laticínios e gorduras, que em excesso causam aumento de peso e, consequentemente, doenças relacionadas à obesidade.

A publicitária Renata Lopes conta que costumava acordar de madrugada com vontade de comer. “Comecei a entender que aquilo não era fome. Eu estava satisfeita e geralmente era tarde da noite, principalmente quando estava com problemas. Não é fácil, mas tento me controlar e tenho ajuda de profissionais”, diz.

Introduzir frutas na alimentação pode ser uma das soluções para saciar a vontade de comer a todo momento. A nutricionista Cristiane Kovacs conta que o suco natural de frutas é uma boa forma de começar a ingerir esse tipo de alimento.

“Outra opção é fazer um purê de frutas, onde a fruta será batida com um pouco de água, podendo ser adoçado com uma pequena porção de açúcar, se tornando uma boa opção de sobremesa”, ensina.

Outro alerta está para o consumo de embutidos, como presunto, bacon, salsicha ou mortadela, já que são de fácil acesso e de consumo rápido.

“Não é preciso parar de comer, mas é bom evitar os embutidos de manhã e de noite. Fazer trocas por peixes e frangos. O segredo é saber comer com moderação”, explica o médico José Eluf Neto.

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Deu ruim

Samsung adia eventos de celular com tela dobrável após defeitos

O adiamento acontece dias após jornalistas americanos relatarem defeitos nas unidades de teste que receberam.

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A Samsung adiou eventos para a mídia do Galaxy Fold, o celular da empresa que tem a tela dobrável, previstos para esta semana em Hong Kong e Xangai, disse um funcionário da empresa à Reuters. O adiamento acontece dias após jornalistas americanos que receberam o aparelho dobrável relatarem defeitos nas unidades.

O funcionário não explicou as razões da empresa ou informou para quando os eventos foram reagendados.

Em vez de elogios antes do lançamento do Galaxy Fold em 26 de abril nos Estados Unidos, o conglomerado sul-coreano foi atingido por jornalistas de tecnologia que relataram defeitos, protuberâncias e telas piscando depois de usarem unidades do modelo por apenas um ou dois dias.

A Samsung informou ter recebido alguns relatos de danos nas telas das amostras do aparelho de US$ 1.980.

O representante da Samsung afirmou nesta segunda-feira (22) que a empresa está investigando detalhadamente os relatos de defeitos, conforme anunciado anteriormente, e se recusou a comentar se haveria alguma alteração na data de lançamento do aparelho nos Estados Unidos, que acontece oficialmente nesta sexta-feira (26).

A empresa planeja começar as vendas na Coreia do Sul e na Europa em maio.

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CELEBRIDADES

Bruna Marquezine começa a ser seguida por Hamilton seis meses após deixar Neymar

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton começou a seguir Bruna Marquezine nas redes sociais e até já curtiu foto da atriz brasileira. O ato acontece seis meses depois de ela e Neymar, amigo de Hamilton, terminarem a relação.

Bruna está no Festival do Coachella, na Califórnia, nos Estados Unidos. Hamilton também está por lá. A relação de ambos parece ter se estreitado depois que o piloto se aproximou de Neymar. Os dois sempre pareceram muito amigos e posavam nas redes sociais em eventos.

Pelo menos por enquanto, Neymar e Bruna parecem não sentir falta um do outro. No Carnaval, o jogador do PSG beijou Anitta e frequentou as mesmas festas do que sua ex-namorada. Porém, ambos não quiseram se encontrar nem se falaram.

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